Gavião Peixoto é eleita a melhor cidade para viver no Brasil pelo terceiro ano consecutivo!
Gavião Peixoto é eleita a melhor cidade para viver no Brasil em 2026! Descubra os segredos por trás desse reconhecimento e os dados impressionantes.
Gavião Peixoto é a cidade com melhor qualidade de vida do Brasil em 2026
Gavião Peixoto, localizada no interior de São Paulo, foi reconhecida pelo terceiro ano consecutivo como a cidade com a melhor qualidade de vida do Brasil, de acordo com o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026. O município obteve uma nota de 73,10 em uma escala que vai de 0 a 100.
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Com uma população de apenas 4,8 mil habitantes, a cidade na região de Araraquara se destaca por seus altos índices de renda, educação e infraestrutura urbana.
O PIB per capita de Gavião Peixoto é de R$ 369,1 mil, e o salário médio mensal dos trabalhadores formais chega a 5,7 salários mínimos. Em termos educacionais, a taxa de escolarização entre crianças de 6 a 14 anos é de 98,6%, e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais do ensino fundamental da rede pública é de 6,8.
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Além disso, os indicadores urbanos e ambientais são notáveis, com 94,68% da população tendo acesso a esgotamento sanitário adequado e uma arborização das vias públicas de 97,94%.
Presença de municípios paulistas entre os melhores do país
O levantamento do IPS Brasil revela que muitos municípios de São Paulo estão entre os melhores do país. Das dez cidades mais bem avaliadas, cinco estão localizadas no estado. Além de Gavião Peixoto, destacam-se Jundiaí, Osvaldo Cruz, Pompéia e Gabriel Monteiro.
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Jundiaí, que ocupa a segunda posição no ranking nacional, obteve uma nota de 71,80, enquanto Osvaldo Cruz e Pompéia empataram com 71,76 pontos.
O estudo indica que cidades médias e pequenas do interior do Sudeste e do Sul do Brasil apresentam os melhores níveis de progresso social. Além de São Paulo, municípios do Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio Grande do Sul também figuram entre os destaques.
Nova Lima (MG), Maringá (PR), Cornélio Procópio (PR) e Luzerna (SC) estão entre os melhores desempenhos do índice.
Uiramutã é a cidade com pior qualidade de vida no Brasil
No extremo oposto do ranking, Uiramutã, em Roraima, foi identificada como a cidade com a pior qualidade de vida do Brasil no IPS 2026, recebendo uma nota de 42,44, a menor entre as 5.570 cidades avaliadas. Localizada na fronteira com a Venezuela e a Guiana, Uiramutã tem uma população estimada em 16,1 mil habitantes e uma das menores densidades demográficas do país, com apenas 1,69 habitantes por quilômetro quadrado.
A maioria da população é indígena, com mais de 13 mil moradores se declarando dessa forma no Censo de 2022.
Os indicadores sociais e econômicos ajudam a entender o desempenho de Uiramutã no ranking. O salário médio dos trabalhadores formais é de 1,6 salário mínimo, e mais da metade da população vive com uma renda mensal per capita de até meio salário mínimo.
O PIB per capita do município é de R$ 18,5 mil, um valor significativamente inferior ao das cidades que lideram o ranking. Em termos de infraestrutura urbana, os dados revelam fragilidades em saneamento e urbanização, com apenas 0,16% da população tendo acesso a esgotamento sanitário adequado e a urbanização das vias públicas sendo de 0%.
Outras cidades com baixo desempenho no IPS
Além de Uiramutã, outras cidades do Pará, Acre, Tocantins e Maranhão também apresentam baixos índices. O levantamento do IPS Brasil mostra que os municípios com piores desempenhos estão concentrados principalmente nas regiões Norte e Nordeste, em áreas afastadas dos grandes centros urbanos e com baixa densidade populacional.
Ranking das 20 cidades com maior IPS no Brasil
Ranking das 20 cidades com pior IPS no Brasil
O IPS utiliza 57 indicadores sociais e ambientais para avaliar a capacidade dos municípios em atender às necessidades básicas, garantir o bem-estar e ampliar as oportunidades para a população. O índice considera dados públicos relacionados a moradia, educação, saúde, segurança e inclusão social.
- Gavião Peixoto (SP) — 73,10
- Jundiaí (SP) — 71,80
- Osvaldo Cruz (SP) — 71,76
- Pompéia (SP) — 71,76
- Curitiba (PR) — 71,29
- Nova Lima (MG) — 71,22
- Gabriel Monteiro (SP) — 71,16
- Cornélio Procópio (PR) — 71,16
- Luzerna (SC) — 71,10
- Itupeva (SP) — 71,08
- Rafard (SP) — 71,08
- Presidente Lucena (RS) — 71,05
- Adamantina (SP) — 70,97
- Maringá (PR) — 70,87
- Alto Alegre (RS) — 70,86
- Ribeirão Preto (SP) — 70,80
- Brasília (DF) — 70,73
- Barra Bonita (SP) — 70,71
- Araraquara (SP) — 70,70
- Águas de São Pedro (SP) — 70,66
- Uiramutã (RR) — 42,44
- Jacareacanga (PA) — 44,32
- Alto Alegre (RR) — 44,72
- Portel (PA) — 45,42
- Amajari (RR) — 45,58
- Pacajá (PA) — 45,87
- Anapu (PA) — 45,91
- Japorã (MS) — 46,23
- Santa Rosa do Purus (AC) — 46,70
- Uruará (PA) — 46,80
- Trairão (PA) — 46,82
- Bannach (PA) — 47,23
- São Félix do Xingu (PA) — 47,38
- Recursolândia (TO) — 47,39
- Cumaru do Norte (PA) — 47,43
- Peritoró (MA) — 47,53
- Oeiras do Pará (PA) — 47,57
- Ladainha (MG) — 47,58
- Anajás (PA) — 47,62
- Paranã (TO) — 47,63