Gabriel Galípolo nega acordos do Banco Central com o BRB em meio a crise de liquidez
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, nega acordos com o BRB e destaca a crise de liquidez da instituição. Descubra os detalhes dessa situação!
Banco Central não fez acordos com o BRB, afirma presidente
O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, declarou nesta segunda-feira (25) que a autarquia não estabeleceu nenhum acordo com o Banco Regional de Brasília (BRB) em relação a prazos para a apresentação de balanços ou para a resolução de problemas de liquidez. “O Banco Central não acordou nenhum tipo de prazo com nenhuma instituição.
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A gente analisa todas elas pelos métodos de supervisão e fiscalização para entender como estão cumprindo com as suas obrigações. E, no caso de algum descumprimento, como ela está tomando as medidas para resolver o problema”, afirmou Galípolo.
A declaração do presidente do BC ocorreu na mesma semana em que o BRB planeja apresentar seu balanço financeiro, que deve incluir não apenas os números atuais da instituição, mas também possíveis soluções para capitalizá-la. O BRB enfrenta uma crise de liquidez e patrimônio, resultado de um rombo significativo.
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A estimativa é que o prejuízo causado ao Banco de Brasília devido a transações com o grupo de Daniel Vorcaro chegue a até R$ 8,8 bilhões.
Medidas em estudo pelo BRB
Entre as alternativas que o BRB está considerando, está a negociação de dívidas ativas do governo do Distrito Federal com o mercado financeiro. Galípolo destacou que, nos casos em que a lei exige a aplicação de multas, essas penalidades estão sendo aplicadas. “Não tem nenhum tipo de waiver [renúncia] concedido a uma instituição”, ressaltou o presidente do BC.
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As declarações de Gabriel Galípolo foram feitas durante uma coletiva de imprensa sobre o relatório de inflação, que foi divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central. O diretor de Fiscalização do BC, Aílton de Aquino, também comentou sobre os próximos passos do BRB, afirmando que “não existe ‘dia D’”.
Ele enfatizou a importância de seguir todos os itens da lei e que o Brasil deve discutir a situação pela missão do órgão, e não por entidades específicas.