Gabriel Galípolo e outros presidentes de bancos centrais apoiam Powell em crise!

Gabriel Galípolo e outros presidentes de bancos centrais se unem em apoio a Jerome Powell! Investigação do DOJ nos EUA levanta dúvidas sobre o Fed. Leia mais.

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(Imagem de reprodução da internet).

Um grupo de 11 presidentes de bancos centrais, incluindo Gabriel Galípolo, do Banco Central do Brasil, manifestou sua solidariedade ao presidente do Federal Reserve, Jerome H. Powell, após a abertura de uma investigação pelo Departamento de Justiça dos EUA.

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O posicionamento foi divulgado em resposta às apurações em curso sobre a reforma de US$ 2,5 bilhões (aproximadamente R$ 13,4 bilhões) promovida pelo governo Trump.

Preocupações com a Independência dos Bancos Centrais

A nota assinada pelos dirigentes dos bancos centrais enfatiza que a independência dos bancos centrais é fundamental para a estabilidade de preços, a saúde financeira e a economia em geral. Eles argumentam que iniciativas que ameaçam essa autonomia colocam em risco a confiança pública e o funcionamento adequado das economias.

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A carta ressalta que o presidente Powell tem agido com integridade, mantendo o foco em seu mandato e demonstrando um compromisso inabalável com o interesse público.

Investigação nos EUA e o Papel de Powell

A investigação, aberta pelo gabinete do procurador dos EUA no Distrito de Colúmbia, busca determinar se Jerome Powell forneceu informações falsas ao Congresso em relação à reforma. O New York Times reporta que congressistas de ambos os partidos têm questionado a medida, levantando preocupações sobre possíveis impactos institucionais.

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A situação intensifica o conflito entre Trump e Powell, que tem sido marcado por críticas à política monetária do Fed e à resistência do banco central em implementar cortes mais agressivos na taxa de juros.

Reação do Fed e Considerações Finais

O Fed classificou a investigação como “sem precedentes” nos EUA, afirmando que ela não se refere ao mérito da reforma ou ao papel de fiscalização do Congresso. A instituição enfatiza que suas decisões sobre as taxas de juros são baseadas no que melhor atende ao interesse público, e não nas preferências do presidente.

A situação se repete, com os últimos três presidentes do Fed já tendo enfrentado questionamentos semelhantes.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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