Funcionários da ONU alertam: crise no sistema de saúde de Cuba pode piorar sem ajuda urgente!

Funcionários da ONU alertam sobre a grave crise no sistema de saúde de Cuba, destacando a urgência de ajuda para evitar um colapso total.

Funcionários da ONU alertam sobre a crise no sistema de saúde de Cuba

Nesta sexta-feira (15), representantes da ONU destacaram que o sistema de saúde em Cuba permanece ativo, mas enfrenta sérias dificuldades devido à falta de combustível, eletricidade, medicamentos e suprimentos médicos. Edem Wosornu, do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, enfatizou a necessidade urgente de que a ajuda vital chegue rapidamente à população, alertando que a situação pode se agravar sem uma resposta rápida e coordenada.

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Altaf Musani, diretor de intervenções de saúde de emergência da OMS (Organização Mundial da Saúde), informou que a escassez de recursos está limitando a capacidade dos hospitais em fornecer atendimento de emergência, realizar cirurgias, oferecer serviços laboratoriais, manter bancos de sangue, além de imunizações e cuidados maternos e infantis.

Atualmente, mais de 100 mil pacientes, incluindo mais de 11 mil crianças, estão à espera de cirurgias que foram adiadas.

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Cerca de 5 milhões de pessoas com doenças crônicas estão em risco de interrupções em tratamentos essenciais. Musani também mencionou que 16 mil pacientes em radioterapia e mais de 12 mil em quimioterapia enfrentam riscos, assim como mais de 32 mil gestantes que têm acesso reduzido a serviços de diagnóstico e transporte obstétrico de emergência.

O cuidado neonatal é particularmente vulnerável, uma vez que os equipamentos essenciais dependem de uma eletricidade confiável.

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Os funcionários da ONU ressaltaram que a situação está restringindo os serviços de ambulância e o acesso aos cuidados de saúde, além de impactar o fornecimento de água potável, a produção de alimentos e as cadeias de refrigeração. Apesar das dificuldades, os profissionais de saúde continuam a trabalhar em condições adversas.