Francisco Di Franco: A Ascensão e o Triste Adeus do Galã da Televisão Brasileira

Francisco Di Franco: do auge da fama ao adeus solitário. Descubra a trajetória do galã que conquistou o Brasil e o silêncio que marcou seu fim.

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(Imagem de reprodução da internet).

Francisco Di Franco: A Trajetória de um Ícone da Televisão Brasileira

Ele foi eleito o homem mais bonito e protagonizou grandes sucessos, mas sua vida terminou com um adeus solitário. A história de Francisco Di Franco é um reflexo do auge da fama e do peso do esquecimento. A memória da teledramaturgia brasileira revela que muitos artistas encerram suas trajetórias em um silêncio inesperado.

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Entre os rostos que marcaram o imaginário popular nas décadas de 1970 e 1980, Francisco Di Franco se destaca como um dos maiores ícones de sua geração. Considerado galã de emissoras como o SBT, ele não apenas foi protagonista, mas também representou o ideal de beleza e heroísmo de sua época.

No entanto, o desfecho de sua vida contrasta com o glamour que um dia viveu.

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O Herói do Sertão

De acordo com o portal Wiki, Francisco Di Franco alcançou o auge de sua popularidade ao interpretar personagens que exigiam vigor físico e carisma. Seu papel mais emblemático foi em “Jerônimo, o Herói do Sertão”, que o consolidou como um galã rústico e querido pelo público.

Durante os anos dourados, o ator era presença constante em tapetes vermelhos e capas de revistas, garantindo audiência e refletindo uma carreira em ascensão.

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Entretanto, a indústria do entretenimento é volátil, e seu afastamento dos holofotes ocorreu de forma gradual. Diferente de muitos colegas que tentaram permanecer na mídia a qualquer custo, Francisco optou por uma transição discreta para a vida civil.

Ele deixou os estúdios para assumir um cargo na prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

A Vida Pessoal e o Esquecimento

Embora tenha vivido dois casamentos e tenha dois filhos, a vida privada de Di Franco tornou-se um território reservado. Ele não buscou as colunas sociais para compartilhar suas dificuldades ou novos passos, aceitando o destino de um cidadão comum. Com o tempo, a fortuna acumulada se dissipou, e a ausência de novos contratos o afastou ainda mais do glamour.

Francisco Di Franco faleceu em abril de 2001, aos 62 anos, devido a um câncer de pulmão, enfrentado longe da exploração midiática. A falta de trabalhos na televisão e a transição para um cargo público de rendimentos modestos consumiram seu patrimônio.

O esquecimento por parte da classe artística e do público, aliado à sua vida reclusa, resultou em uma despedida solitária, com apenas seis pessoas presentes em seu funeral.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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