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Fóssil de 1 milhão de anos muda teoria da evolução humana na China

Fóssil raro na China muda a história das espécies, indicando que algumas são ainda mais antigas.

Por: Pedro Santana

25/09/2025 17:13

4 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Crânio Desenterrado Revela Novos Detalhes Sobre a Evolução Humana

Um crânio gravemente esmagado, descoberto há décadas na margem de um rio na China central, está redefinindo a árvore genealógica humana, de acordo com uma nova análise. Cientistas reconstruíram digitalmente a peça, que se acredita ter 1 milhão de anos, e suas características sugerem que o fóssil pertencia a um ancestral inicial do “Homem-Dragão”, também conhecido como *Homo longi*, e dos Denisovanos – uma população enigmática de humanos pré-históricos.

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A idade do crânio, combinada com mais de 100 outros fósseis de crânios, revela um quadro evolutivo muito mais complexo e precoce do que se pensava anteriormente. Essa descoberta altera significativamente a linha do tempo de espécies como o *Homo sapiens* e o *Homo neanderthalensis*. Os neandertais, conhecidos por terem convividido com os Denisovanos e se cruzado com eles, são agora vistos como mais distantes de nossa linhagem evolutiva.

A análise mais ampla dos pesquisadores, baseada na reconstrução do crânio e em dados anatômicos de 104 crânios e mandíbulas, montou uma árvore filogenética mostrando como diferentes grupos humanos podem ter divergido ao longo do último milhão de anos. Essa reconstrução sugere que as origens do *Homo sapiens*, dos Denisovanos e dos Neandertais são muito mais antigas do que se acreditava, situando-se em torno de 1,32 milhão de anos atrás.

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O crânio, encontrado em Yunxian, na província de Hubei, é um dos dois espécimes parcialmente mineralizados descobertos em 1989 e 1990. A reconstrução digital, utilizando tomografia computadorizada, imagens de luz e técnicas virtuais, permitiu separar os ossos da matriz rochosa e corrigir as distorções. A análise também identificou que o crânio pertencia a um ancestral inicial do *Homo longi*, que se acredita ter sido o ancestral comum do *Homo longi* e dos Denisovanos.

Com saliências e cristas reveladoras, os crânios são particularmente informativos no estudo da evolução humana, pois possuem muitas características distintivas. A reconstrução do crânio deformado, utilizando dados anatômicos de 104 crânios e mandíbulas, montou uma árvore filogenética mostrando como diferentes grupos humanos podem ter divergido ao longo do último milhão de anos. A análise sugere que as origens do *Homo sapiens*, dos Denisovanos e dos Neandertais são muito mais antigas do que se acreditava, situando-se em torno de 1,32 milhão de anos atrás.

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A descoberta desafia a visão tradicional, baseada em estudos de DNA antigo, de que as três espécies começaram a divergir de um ancestral comum entre 700 mil e 500 mil anos atrás. A análise sugere que o ancestral comum do *Homo sapiens*, *Homo longi* e *Homo neanderthalensis* seria o *Homo erectus*. A espécie humana *Homo antecessor* é conhecida por ter vivido há cerca de 1 milhão de anos, e outra, *Homo heidelbergensis*, há cerca de 700 mil anos.

Com essa nova cronologia, os Denisovanos e os humanos modernos compartilharam um ancestral comum há cerca de 1,32 milhão de anos. Os Neandertais se separaram dessa linha evolutiva antes, por volta de 1,38 milhão de anos atrás. A análise sugere que as origens do *Homo sapiens*, dos Denisovanos e dos Neandertais são muito mais antigas do que se acreditava, situando-se em torno de 1,32 milhão de anos atrás.

A reconstrução do crânio deformado ficou boa, disse Ryan McRae, paleoantropólogo do Museu Nacional de História Natural Smithsonian, em Washington, DC. McRae concordou que ele se encaixa no *Homo longi* e nos Denisovanos. No entanto, McRae está menos convencido pela análise da árvore filogenética e disse que a equipe pode ter tentado “fazer demais de uma só vez com dados limitados”.

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Autor(a):

Pedro Santana

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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