Descubra como a flexão de braço pode ser tão eficaz quanto o supino para o peitoral! Estudo de 2025 revela segredos surpreendentes sobre esse exercício!
Durante muito tempo, a flexão de braço foi vista como um exercício básico, quase um aquecimento nos treinos de força. Associada à resistência muscular e ao uso do peso corporal, raramente era comparada a exercícios clássicos de academia, como o supino.
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No entanto, pesquisas recentes indicam que essa visão está ultrapassada.
Um estudo publicado em 2025 analisou a flexão de braço em comparação ao supino, revelando que, quando a carga é equivalente, a ativação do peitoral também se iguala. Isso significa que, com ajustes na execução, a flexão pode se tornar um exercício altamente eficaz para o desenvolvimento do peito.
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A pesquisa envolveu homens treinados em força, que realizaram tanto o supino quanto a flexão de braço com diferentes cargas. No supino, os participantes trabalharam com intensidades entre 50% e 80% de uma repetição máxima. Nas flexões, coletes de peso foram utilizados para simular cargas equivalentes.
Os pesquisadores aplicaram eletromiografia para medir a ativação muscular, além de analisar velocidade, tempo de execução e deslocamento do movimento. Os resultados mostraram que não houve diferença significativa na ativação do peitoral entre os dois exercícios, desde que a intensidade fosse similar.
Um dos principais achados do estudo é que a carga é o fator determinante para a ativação do peitoral, e não o tipo de exercício. À medida que a carga aumentava, tanto no supino quanto na flexão com peso extra, a ativação do peitoral também aumentava, especialmente na porção esternal, que está relacionada ao volume do peito.
Os autores destacam que o peitoral maior, o deltoide anterior e a cabeça longa do tríceps foram os músculos que mais responderam ao aumento da carga. Isso reforça a ideia de que tornar a flexão mais desafiadora é essencial para direcionar o estímulo ao peitoral.
Embora o estudo não tenha comparado todas as variações de flexão, seus resultados ajudam a entender como pequenas mudanças na execução podem aumentar o trabalho do peitoral, desde que elevem a carga ou a exigência mecânica do exercício.
Os dados do estudo indicam que não. Os participantes, mesmo sendo homens treinados, mostraram níveis elevados de ativação do peitoral durante a flexão, especialmente com o aumento da carga. Além disso, a flexão exige maior estabilização do tronco em comparação ao supino, ampliando o envolvimento muscular global sem reduzir o estímulo no peito.
Dessa forma, a flexão de braço pode ser incorporada tanto por iniciantes quanto por praticantes avançados, desde que adaptada ao nível de força de cada um.
Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.