Flavio critica Lula após não participar de debate em 2026
Flavio acusa gestão Lula de destruir economia brasileira com “tesouraço” nos gastos públicos.
Flavio Bolsonaro publicou um vídeo neste domingo, dia 23 de ago do ano de 2026, detalhando propostas para o governo e lançando duras críticas à gestão econômica atual da União.
O conteúdo foi veiculado às 21h 20 — pouco depois das eleições realizadas pela emissora Band —, momento em que nem ele próprio como candidato pelo PL – RJ, nem Lula compareceram a debates ou eventos públicos relacionados ao pleito presidencial.
O senador justificou sua ausência alegando apenas interesse no debate direto com Luiz Inácio Lula da Silva (Lula.
Proposta política: “Tesouraço” contra gastos do Governo
Flávio Bolsonaro declarou publicamente não ver os demais participantes dos palcos de debaterem como adversários diretos; para o congressista, seu verdadeiro opositor é quem está atualmente governando e causando prejuízos à nação.
“Eu respeito todos eles,” afirmou ele em declarações gravadas, mas reforçou que “o meu adversário é quem está no poder e está destruindo o Brasil”.
Em relação ao impacto financeiro da gestão atual (PT), Flávio criticou a forma como as políticas públicas teriam reduzido drasticamente o poder de compra das famílias brasileiras. Ele apontou ainda um aumento do endividamento familiar com exemplos práticos cotidianos, citando até mesmo parcelamentos para comprar uma pizza pelo iFood.
Críticas à economia: despesas excessivas e segurança
O candidato também fez referência às investigações conduzidas pela Polícia Federal que encontraram mensagens envolvendo figuras ligadas ao governo anterior, incluindo Marco Aurélio Santana Ribeiro — ex – chefe de gabinete da Presidência —, Marcola (do Comando Vermelho) e empresários em geral.
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Flávio Bolsonaro associou a situação financeira desses indivíduos aos problemas econômicos enfrentados no país. Segundo ele, enquanto essas pessoas se reúnem para discutir contratos ou percentuais de lucro dentro do Palácio do Planalto, o cidadão comum chega ao mercado levando menos comida por conta das dificuldades financeiras gerais na população nas ruas.
As propostas: redução tributária e segurança. Em termos práticos, Flavio apresentou três grandes pautas que seriam implementadas caso fosse votado presidente; entre elas estão os cortes drásticos em impostos, burocracia excessiva (incluindo decretos e portarias) e a corrupção estatal. Ele apelidou essa medida necessária de “teçouaço”.
O senador argumenta com base no gasto público exagerado do governo atual, alegando o aumento simultâneo dos juros e da carga tributária sobrecarregam tanto produtores quanto consumidores.
Cenário político: ausências nos debates
A dinâmica presidencial foi marcada pela falta de comparecimento; Lula decidiu não participar por avaliar que seria um alvo principal para os adversários em qualquer palco aberto ao debate nacional.
Por sua vez, Flávio Bolsonaro condicionou totalmente a participação dele à presença física de Lula. A equipe petista informou ainda aos veículos jornalísticos que ele está focado na campanha geral e nas agendas governamentais mais amplas, priorizando assim eventos com maior audiência no decorrer da corrida pelo poder executivo federal.
O contexto dos encontros também recebeu atenção devido às mudanças anunciadas: Zema anunciou neste domingo (23/ago) uma alteração na data do evento — passando de 16 para 23 de agosto—, mudança essa considerada sem propósito inicial pela própria organização após confirmar as ausências tanto de Flávio quanto de Lula nos debates. A Lei das Eleições exige a convocação por emissoras os candidatos que representam partidos compostos por ao menos cinco congressistas. Contudo, o direito à presença é sempre voluntário e depende exclusivamente da estratégia política adotada pelas respectivas campanhas.