Flávio Bolsonaro em crise: Escândalo Vorcaro abala campanha presidencial

Escândalo Vorcaro abala campanha de Flávio Bolsonaro! Deputada Erika Muniz alerta para impacto do caso envolvendo Daniel Vorcaro e André Caboclo.

(Imagem de reprodução da internet).

Escândalo Vorcaro e Impacto na Campanha de Flávio Bolsonaro

A deputada Erika Muniz (Psol-SP) declarou nesta quarta-feira, 13 de maio de 2026, que a investigação envolvendo o deputado federal André Caboclo (PL-RJ) buscando recursos do banqueiro Daniel Vorcaro “com certeza” terá um impacto significativo na campanha do senador Flávio Bolsonaro à Presidência.

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Muniz classificou a gravação como um “escândalo absurdo de corrupção”, argumentando que a situação expõe uma série de irregularidades que ainda não foram reveladas.

Em entrevista ao Poder360, durante uma audiência pública sobre o fim da escala 6×1, a congressista enfatizou que o escândalo com os áudios envolvendo Vorcaro certamente afetará diretamente a candidatura de Flávio Bolsonaro. A deputada expressou preocupação com a possibilidade de que outros aspectos da situação permaneçam ocultos, indicando que a investigação pode revelar ainda mais envolvimento com a família Bolsonaro.

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De acordo com informações divulgadas pelo site Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro teria solicitado R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro, que teria efetuado pagamentos de R$ 61 milhões. A reportagem do Intercept Brasil afirma ter obtido documentos exclusivos que confirmam essas cifras, embora não os tenha publicado.

Flávio Bolsonaro não mencionou valores específicos, mas confirmou que utilizou os recursos para a produção do filme “Dark Horse”, que retrata a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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Erika Muniz descreveu o áudio como uma “cortina de fumaça e um pano de fundo” de interesses, sugerindo que a família Bolsonaro está profundamente envolvida em práticas corruptas. Ela afirmou que o caso “Master” representa um escândalo escandaloso, destacando a possível ligação da família Bolsonaro com atividades ilícitas.

OUTRO LADO

Em comunicado, Flávio Bolsonaro justificou o áudio como “um filho buscando patrocínio privado para um filme sobre a história do próprio pai”. O senador afirmou que não houve uso de recursos públicos nem do programa Lei Rouanet, e que conheceu Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, após o fim do governo Bolsonaro, quando não existiam acusações ou suspeitas públicas sobre o banqueiro.