Flávio Bolsonaro critica Lula em vídeo e justifica ausência no debate da TV Bandeirantes

Flávio Bolsonaro destaca sua intenção de debater diretamente com Lula, criticando a gestão atual e propondo mudanças na política fiscal do país.

Flávio Bolsonaro (PL)

O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, justificou sua ausência no debate promovido pela TV Bandeirantes na noite deste domingo (23) ao afirmar que prefere confrontar o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também não compareceu ao evento.

O debate contou apenas com a presença de outros candidatos, como Ciro Gomes e Simone Tebet.

Embora não tenha mencionado Lula diretamente, ele afirmou: “Eu quero debater com quem está destruindo o Brasil e piorando a sua vida.”

Críticas ao governo atual

No vídeo, Flávio destacou que os candidatos presentes ao debate não são seus adversários. “Respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem está no poder e faz muita força para acabar com a economia e com a segurança das famílias brasileiras”, declarou.

Ele enfatizou que seu foco é debater com Lula, a quem atribui a responsabilidade pela situação do país.

Flávio aproveitou para criticar Lula usando exemplos do cotidiano da população brasileira e da economia nacional. Ele mencionou o caso de Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do atual presidente, que enfrenta investigações por suspeitas de tráfico de influência. “É com esse cara [Lula] que eu quero debater”, disse Flávio, referindo – se ao ex – presidente como alguém que representa um projeto fracassado.

Em sua fala, ele questionou o contraste entre as dificuldades financeiras enfrentadas pelas famílias nos supermercados e as ações em Brasília. “Enquanto a sua família está fazendo conta no supermercado, o que está acontecendo lá em cima?”, indagou Flávio.

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Propostas para o futuro

Flávio também criticou a gestão atual por aumentar impostos enquanto as despesas continuam elevadas. “O atual governo gasta demais e aumenta impostos para arrecadar ainda mais para pagar as despesas”, afirmou. Para ele, essa prática leva a um ciclo vicioso de endividamento tanto do governo quanto dos cidadãos.

Defendendo uma mudança radical em relação à política fiscal, Flávio propôs um “tesouraço”, visando a redução de impostos e burocracia. Ele ainda reiterou seu compromisso de tratar facções criminosas como organizações terroristas: “Não é o caso de política social, é o caso de polícia, de lei dura”, afirmou.

Flávio concluiu ressaltando que pretende garantir respaldo legal aos policiais para que possam agir sem medo de processos judiciais por suas ações em combate ao crime.