Flávio Bolsonaro defende unidade entre pré-candidatos à Presidência
No último domingo (1°), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou de um ato da direita em São Paulo, onde enfatizou a importância da união com outros pré-candidatos à Presidência nas eleições deste ano. Durante o evento, ele agradeceu a presença dos governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO), ressaltando que não estão “disputando votos”.
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“Quero agradecer aos dois governadores presentes aqui hoje neste ato: Romeu Zema e Caiado”, declarou Flávio durante a manifestação na Avenida Paulista. Ele mencionou que Zema precisou se retirar e dirigiu-se diretamente a Caiado: “É uma honra estar no mesmo palanque defendendo as mesmas ideias de uma pessoa com a sua história.
Isso prova que não é um ato eleitoral. Juntos, não estamos disputando votos, mas pensando no que é melhor para o nosso país”, afirmou.
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Agradecimentos e apoio de líderes
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que não estava presente, também foi mencionado por Flávio, que o chamou de “amigo”. O senador elogiou Tarcísio e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), por “vestirem a camisa do Brasil” e se unirem em um grande projeto de resgate da nação.
Nunes, por sua vez, expressou apoio a Flávio Bolsonaro e transmitiu um “abraço” de Tarcísio aos participantes. “O Flávio está escalado. O time está sendo montado. Agora, é hora de entrar em campo para garantir uma grande vitória da verdadeira democracia e do combate à corrupção”, destacou Nunes.
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Mobilizações e críticas ao governo atual
A manifestação na Avenida Paulista contou com a presença de diversas lideranças políticas da direita, parlamentares e pré-candidatos ao Planalto. As mobilizações ocorreram em mais de 20 cidades como parte da iniciativa “Acorda Brasil”, com críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à atuação de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
Os atos também reforçaram a defesa da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi condenado a 27 anos de prisão pela tentativa de golpe após as eleições de 2022. Em seu discurso, Flávio criticou o governo Lula, mencionando fraudes no INSS e comparando ações da gestão de seu pai, Jair Bolsonaro.
Posicionamento sobre o STF e promessas futuras
Flávio fez acenos a grupos estratégicos, como mulheres, jovens e beneficiários do Bolsa Família. Embora tenha evitado um tom agressivo em relação ao STF, ele se posicionou a favor do impeachment de ministros que descumprirem a lei. “O nosso alvo nunca foi o Supremo.
Sempre dissemos que o STF é fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia sob o pretexto de defendê-la”, afirmou.
O senador também defendeu a derrubada do “veto covarde de Lula” ao projeto da dosimetria, que reduz penas de condenados pelo STF em decorrência dos atos de 8 de janeiro de 2023. Sobre a prisão de seu pai, Flávio prometeu que, se eleito presidente, Jair Bolsonaro estará ao seu lado ao subir a rampa do Planalto em 2027. “Eu disse ao meu pai: ‘Em janeiro de 2027, você vai subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro’”, concluiu.
