Flávia Loss analisa instabilidade na Venezuela e as consequências da intervenção americana

Flávia Loss analisa a instabilidade na Venezuela em entrevista à CNN, destacando violações de direitos humanos e a permanência de Nicolás Maduro no poder.

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(Imagem de reprodução da internet).

Entrevista sobre a Situação na Venezuela

Em uma entrevista à CNN, a professora de Relações Internacionais do Instituto Mauá de Tecnologia, Flávia Loss, analisou a instabilidade na Venezuela. Ela destacou que as violações dos direitos humanos continuam a ocorrer no país, mesmo após a prisão do ditador Nicolás Maduro pelos Estados Unidos na semana passada.

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“Há relatos de várias ONGs sobre prisões relacionadas a questões políticas, especialmente de opositores, desde que Delcy Rodríguez assumiu como presidente interina”, afirmou a professora. Para ela, o cenário na Venezuela não apresenta perspectivas de restauração da democracia e do Estado de Direito. “Nenhum general ou ministro foi removido.

A estrutura do governo Maduro permanece intacta”, ressaltou.

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Intervenção Americana e Impasse Político

A especialista também comentou sobre a intervenção americana na Venezuela. “Essa ação dos Estados Unidos, que não resultou em uma presença militar efetiva no país, é ilegal e cria um precedente que dificulta o estabelecimento de uma normalidade democrática”, declarou.

Loss abordou a falta de um plano claro para o futuro político da Venezuela. “Há um acordo informal entre Donald Trump e Delcy, mas isso não é suficiente para administrar um país em uma situação tão crítica”, disse. Segundo a professora, os líderes da oposição a Maduro enfrentam grandes dificuldades para assumir o poder. “María Corina Machado e Edmundo Gonzalez estão fora do jogo.

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Para os Estados Unidos, é mais conveniente que Delcy permaneça como presidente, pois ela conta com o apoio das forças armadas”, concluiu.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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