Flamengo busca reconhecimento da Nação Rubro-Negra como Patrimônio Cultural Imaterial
O Clube de Regatas do Flamengo protocolou um pedido no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para que a Nação Rubro-Negra seja reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Essa iniciativa integra um movimento do clube que visa também o reconhecimento da torcida como a primeira “nação simbólico-cultural” do mundo pela Organização das Nações Unidas (ONU).
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O documento foi entregue na sede do clube, localizada na Gávea, pelo ex-jogador Zico ao presidente do IPHAN, Leandro Grass, e ao diretor de Patrimônio Imaterial do órgão, Deyvesson Gusmão, durante uma visita ao acervo histórico do Flamengo.
Importância do reconhecimento cultural
Segundo Leandro Grass, o pedido abre um espaço para discutir o reconhecimento de manifestações culturais associadas ao Flamengo. Ele acredita que registrar a Nação Rubro-Negra como patrimônio imaterial pode oferecer novas oportunidades dentro da política nacional de preservação cultural. “O Flamengo é uma Nação.
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Uma Nação sem fronteiras. Uma Nação de 45 milhões de pessoas que fala a mesma língua, que compartilha a mesma paixão e que se reconhece em qualquer parte do mundo”, afirmou Grass.
A mobilização também inclui uma petição pública lançada no ano passado, que já reúne cerca de 600 mil assinaturas, com a meta de alcançar 1 milhão de apoios. O clube busca fortalecer ainda mais essa causa em prol do reconhecimento cultural da sua torcida.
