O fim do novo tratado START entre EUA e Rússia acende preocupações sobre uma nova corrida armamentista. Entenda as implicações dessa decisão crucial!
O tratado nuclear que restringe o arsenal nuclear dos Estados Unidos e da Rússia chegou ao fim na transição de quarta (4) para quinta-feira (5). Conhecido como novo tratado START, ele estabelecia um limite de 1.550 ogivas estratégicas para cada país, além de um máximo de 700 mísseis e bombardeiros implantados, tanto terrestres quanto submarinos.
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Especialistas em segurança destacam que a importância dos tratados nucleares vai além dos limites numéricos. Eles proporcionam um ambiente transparente e estável, essencial para evitar uma corrida armamentista descontrolada. Com o término do tratado, não há mais restrições mútuas sobre o tamanho dos arsenais estratégicos, que são as armas que poderiam ser utilizadas em um conflito nuclear.
A falta de um acordo que garanta estabilidade e previsibilidade pode gerar incertezas sobre as intenções de cada lado. Isso pode resultar em uma espiral de armamentos, onde cada país se sente pressionado a aumentar seu arsenal, baseando-se em suposições negativas sobre os planos do oponente.
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Na quarta-feira (4), a Rússia declarou que se oporá firmemente a novas ameaças. Donald Trump, em declarações anteriores, afirmou que “se expirar, expirou”, sugerindo que o tratado deve ser substituído por um acordo mais eficaz.
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Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.