Fernando Diniz fala sobre a iminente saída de Rayan do Vasco e expressa arrependimento. O que o técnico espera para o futuro do atacante? Descubra!
O treinador do Vasco, Fernando Diniz, abordou a situação do atacante Rayan, que está prestes a deixar o clube carioca. O jogador não foi convocado para o clássico contra o Flamengo, realizado na quarta-feira (21), pelo Campeonato Carioca.
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De acordo com Diniz, Rayan pediu para não participar do jogo no Maracanã. O técnico expressou seu ponto de vista sobre a possível saída do atleta, revelando um certo “arrependimento”. “Acho que os valores poderiam ser maiores. Fiz tudo que pude para que Rayan ficasse.
Talvez eu lamente não ter feito mais no ano passado, pois a situação dele é clara. Ele poderia ter avançado muito na carreira”, afirmou o treinador.
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Fernando Diniz enfatizou que, em sua visão, a melhor decisão seria a permanência de Rayan no Vasco por mais uma temporada. O técnico acredita que o jogador ainda tem muito a contribuir para o futebol brasileiro. “Acho que é um risco que ele corre ao sair agora.
Mesmo que ele tenha sucesso em outro lugar, estou convencido de que a decisão mais acertada seria permanecer aqui e sair mais preparado”, destacou.
Diniz também mencionou o início promissor de Rayan na temporada, ressaltando seu potencial. “Ele tinha tudo para ter um ano maravilhoso e contribuir significativamente para a equipe e para o futebol brasileiro”, completou.
Por fim, o treinador desejou sorte a Rayan em sua futura trajetória e elogiou suas habilidades. “Esperamos que ele se sinta confortável no novo time e se torne o jogador que seu potencial indica, podendo ser uma estrela internacional. Rayan é um atleta único, com reposição quase impossível no mesmo nível”, concluiu.
Até o momento, Rayan acumulou 98 partidas pelo Vasco, marcando 23 gols e fornecendo duas assistências.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.