Fecomercio-MG lança projeto inovador que promete transformar o mercado de trabalho em 2026
Nadim Donato apresenta o inovador projeto Trabalho/Hora com Direitos Garantidos, que promete transformar o mercado de trabalho. Descubra como!
Fecomercio-MG Apresenta Projeto de Trabalho com Direitos Garantidos
O presidente da Fecomercio-MG, Nadim Donato, revelou um novo projeto intitulado Trabalho/Hora com Direitos Garantidos (THDG). Durante um encontro com o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro, os ex-governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, além do deputado Reginaldo Lopes, autor da proposta, foram discutidos os detalhes do projeto.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A iniciativa propõe uma nova modalidade de contratação formal que não substitui os direitos já assegurados pela CLT.
O modelo mantém o vínculo empregatício e a carteira assinada, garantindo direitos como 13º salário, férias com um terço a mais, FGTS, DSR, aviso prévio e contribuições previdenciárias. O pagamento desses encargos seria feito de forma antecipada e proporcional.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Nadim Donato enfatiza que o objetivo do projeto é diminuir a informalidade e adaptar o mercado às novas realidades. “Nosso projeto atende vários públicos, especialmente os idosos que desejam reduzir a carga de trabalho sem perder benefícios, as mulheres que buscam mais flexibilidade e os jovens que valorizam seu tempo livre”, destacou o presidente da Fecomercio-MG.
Detalhes da Proposta
A proposta inclui um bônus de 15% sobre o valor da hora normal do piso da categoria e estabelece um limite de 28 horas por empregador, com horários e dias da semana previamente definidos em contrato. O sistema também permite que o trabalhador tenha vínculos com diferentes empresas.
Leia também
De acordo com a Fecomércio-MG, essa abordagem visa proporcionar previsibilidade na organização das escalas das empresas e na expectativa de renda dos profissionais.
A apresentação do projeto acontece após a aprovação pela Câmara dos Deputados da PEC que extingue a escala 6×1. Agora, a proposta será analisada pelo Senado Federal, embora tenha recebido críticas de entidades do setor produtivo.