Fabiano Leão, o trompetista polêmico, causa impacto no Carnaval! 🎺
“Marcha Fúnebre” e críticas a Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói!
A escola de samba busca a soberania e a democracia com o enredo controverso.
Descubra os detalhes chocantes e as ações judiciais! 💥
O trompetista Fabiano Leão, conhecido por suas composições como “Marcha Fúnebre” e “Tá na Hora do Jair Já Ir Embora”, fará parte do desfile da Acadêmicos de Niterói neste domingo (15 de fevereiro de 2026), durante o Carnaval do Rio. Leão se apresentará na frente da ala 24 do desfile, com a justificativa de que a participação visa “em prol da soberania e da democracia”, conforme o enredo apresentado à Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro.
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A escola de samba descreve Fabiano Leão como um personagem ativo na cena política de Brasília, notório por suas manifestações utilizando seu trompete. O enredo da Acadêmicos de Niterói busca criar um contraste entre diferentes momentos da história brasileira, começando com a saída do Brasil do Mapa da Fome e o período de crescimento econômico impulsionado pela inclusão social durante os governos de Lula.
A fantasia de Fabiano Leão no desfile apresenta o próprio Lula em uma representação com o “mulungu”, uma árvore nativa da Caatinga e da Mata Atlântica, com o nome científico Erythrina velutina, que pode atingir até 15 metros de altura e flores vermelhas entre agosto e janeiro.
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A escolha da árvore, com raízes que remetem ao significado de “pandeiro” na língua tupi, simboliza a esperança e a força do povo brasileiro.
A Acadêmicos de Niterói, que participou de apenas três carnavais antes de vencer a Série Ouro em 2025 e ser promovida ao Grupo Especial, competirá com agremiações tradicionais como Mangueira, Portela e Salgueiro. No entanto, o desfile gerou controvérsias, com a oposição criticando a escolha do enredo, que abordava o governo Lula.
O partido Republicanos-DF entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para questionar o repasse de R$ 1 milhão da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo.
A decisão final coube ao relator Aroldo Cedraz, que negou o pedido de suspensão do repasse. No entanto, a situação se complicou com ações movidas pelo União Brasil-SP e Republicanos-DF contra o presidente, buscando uma proibição do desfile. A Justiça Federal e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisaram o caso, com a relatora Estella Aranha acompanhando o voto da relatora, que validou a escolha de Lula para o cargo.
Autor(a):
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.