A exposição “FUNK: Um grito de ousadia e liberdade” no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, revela a trajetória vibrante do funk até 30 de agosto de 2026
A mostra “FUNK: Um grito de ousadia e liberdade” está em exibição no Museu da Língua Portuguesa, localizado em São Paulo. A exposição narra a trajetória do funk, um gênero musical que emergiu nas periferias e conquistou o Brasil com seu ritmo vibrante.
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Com um total de 473 obras, a exposição inclui pinturas, fotografias e registros audiovisuais, promovendo um debate sobre a influência do funk paulista nas linguagens e nas emoções.
Os visitantes poderão apreciar a montagem até o dia 30 de agosto de 2026. Entre os artistas em destaque estão Os Gêmeos, Panmela Castro, Rafa Bqueer, Marcela Cantuária, Maxwell Alexandre, Rafa Black, Brenda Nicole, Tiago Furtado e Markus CZA. Os Gêmeos comentaram que a exposição funciona como “uma máquina do tempo que retrata bem os anos 80”, ressaltando a importância do início da cultura hip hop.
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A curadoria da exposição é assinada por Taísa Machado, Dom Filó, Amanda Bonan, Marcelo Campos e Renata Prado. Eles selecionaram obras que vão além da sonoridade do funk, destacando sua origem cultural urbana e periférica, as coreografias, as comunidades envolvidas e os impactos estéticos, políticos e econômicos que o gênero trouxe ao imaginário coletivo.
A narrativa do funk é traçada desde seus primórdios nos bailes black, que começaram no Rio de Janeiro e em São Paulo no final dos anos 1960, enraizados na ancestralidade negra das eras Soul e Black Music.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.