Ex-jogador Jô é preso por dívida de pensão alimentícia; entenda o que levou à detenção

A prisão de Jô por dívida de pensão alimentícia levanta questões sobre sua situação financeira e histórico de problemas legais. O que mais está por trás dessa

(Imagem de reprodução da internet).

Ex-jogador Jô é preso por dívida de pensão alimentícia

O ex-atacante Jô, conhecido por suas passagens pelo Atlético-MG e Corinthians, foi detido por dívida de pensão alimentícia. Na madrugada deste domingo, 14 de junho de 2026, João Alves de Assis Silva, de 39 anos, foi preso em uma boate no bairro Castelo, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, por volta das 4h.

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Segundo informações do G1, a polícia foi acionada sobre a presença do jogador no local.

O mandado de prisão contra Jô foi emitido em janeiro de 2026 pela 3ª Vara da Família e Sucessões do Foro Regional de Itaquera, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP). O documento revela que a dívida do ex-atleta era de R$ 145,4 mil em junho de 2025, valor que aumentou consideravelmente nos meses seguintes.

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Histórico de prisões

Esta não é a primeira vez que Jô enfrenta problemas legais relacionados à pensão alimentícia. O ex-jogador já foi preso em pelo menos quatro ocasiões por falta de pagamento. Em maio de 2024, enquanto jogava pelo Amazonas, ele foi detido em Campinas.

No mesmo ano, em dezembro, foi preso em Contagem, na Grande Belo Horizonte, quando defendia o Itabirito. As complicações judiciais continuaram em junho de 2025, quando foi detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Em novembro do ano passado, uma nova prisão ocorreu em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

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Nota da defesa

A defesa de Jô divulgou uma nota ao portal LeoDias, alegando que o atleta enfrenta uma crise financeira. A equipe afirmou: “É de conhecimento público que o atleta atravessa um momento de severa instabilidade financeira, o que tem impossibilitado o cumprimento integral de suas obrigações nos moldes anteriormente estabelecidos.”

Além disso, ressaltaram que a inadimplência não é resultado de falta de compromisso com seus deveres paternos, mas sim de uma limitação momentânea de recursos. A defesa destacou que o foco de Jô e de sua equipe jurídica é resolver a situação rapidamente e que já existe um diálogo aberto com a mãe de seu filho para formalizar um acordo que considere a realidade financeira atual do atleta, priorizando o bem-estar da criança.

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