Ex-estagiário do MP de São Paulo é preso por extorsão ligada ao PCC em operação impactante
Uma investigação do MP de São Paulo expõe um esquema de extorsão ligado ao PCC, envolvendo um ex-estagiário e até um plano de assassinato. Descubra os detalhes!
Investigação do MP de São Paulo Revela Extorsão Ligada ao PCC
Uma investigação conduzida pelo Ministério Público de São Paulo revelou que um ex-estagiário do órgão teria utilizado seu acesso privilegiado a sistemas internos para extorquir membros do PCC (Primeiro Comando da Capital). Em troca, ele oferecia proteção contra investigações e prisões.
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De acordo com as apurações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o estagiário se infiltrou intencionalmente em uma Promotoria Criminal de Campinas para obter informações sobre inquéritos e investigações em andamento.
Com essas informações, ele começou a identificar criminosos de alto poder econômico associados à facção. Os investigadores relataram que esses alvos eram posteriormente abordados para pagamentos milionários em troca de vantagens, como vazamento de informações e proteção nas investigações.
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Casos de Extorsão e Prisões
Um dos casos em análise envolve um traficante do PCC que informou ao Gaeco ter sido extorquido para evitar a prisão. O criminoso foi localizado em Balneário Camboriú durante uma operação realizada em agosto de 2025. Durante a detenção, ele entregou aos agentes um celular com mensagens relacionadas à cobrança de dinheiro.
A análise do aparelho levou os investigadores a identificar o suspeito como o ex-estagiário do Ministério Público, que atualmente exerce a profissão de advogado. As investigações também revelaram que o esquema contava com a colaboração de outros agentes, incluindo um policial penal e um ex-investigador da Polícia Civil de São Paulo, que já havia sido expulso da corporação por envolvimento em extorsão mediante sequestro.
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Na manhã desta terça-feira (9), o MPSP realizou uma operação que resultou na prisão do ex-estagiário, do ex-chefe da Dise de Campinas e do ex-policial civil. Além disso, as apurações indicam que o então chefe dos investigadores estaria envolvido em um plano para assassinar o promotor do Gaeco, Amauri Silveira Filho.