O Departamento de Estado dos EUA está “negando e revogando vistos” de integrantes da AP (Autoridade Palestina) e da OLP (Organização para a Libertação da Palestina), um passo importante em relação à Assembleia Geral da ONU, onde diversos aliados dos EUA devem reconhecer um Estado palestino.
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Conforme o anúncio de sexta-feira (29), do Departamento de Estado, a Missão da Autoridade Palestina na ONU receberá isenções de acordo com o Acordo de Sede da ONU.
Contudo, as restrições podem impedir a presença do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e provavelmente limitarão bastante a presença palestina na cúpula global anual, considerando que a guerra em Gaza continua e vários aliados importantes se preparam para reconhecer um Estado palestino.
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Abbas afirmou que, antes de serem levados a sério como parceiros na paz, a Autoridade Palestina e a OLP devem rejeitar totalmente o terrorismo e cessar de buscar o reconhecimento unilateral de um Estado hipotético.
A CNN pediu esclarecimentos adicionais sobre o anúncio, especificando a quantidade de pessoas afetadas pela revogação dos vistos.
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Em julho, o Departamento de Estado anunciou sanções que impediriam a obtenção de vistos para os Estados Unidos a funcionários não identificados da Autoridade Palestina e da OLP.
Também parece ser um passo adicional para responsabilizar os envolvidos em investigações de tribunais internacionais sobre supostos crimes cometidos por Israel.
A Autoridade Palestina também deve interromper seus esforços de desviar negociações por meio de campanhas de guerra jurídica internacional, incluindo alegações ao CPI (Tribunal Penal Internacional) e à CIL (Corte Internacional de Justiça).
Os esforços para assegurar o reconhecimento isolado de um Estado palestino também devem ser interrompidos, declarou o anúncio.
Fonte por: CNN Brasil