Defesa dos Ataques Militares dos EUA ao Irã
O embaixador dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Mike Waltz, justificou os ataques militares americanos contra o Irã em um discurso no Conselho de Segurança da ONU. Ele os classificou como “ações legais” e destacou que a diplomacia não pode avançar sem um parceiro confiável para a paz.
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“A comunidade internacional há muito defende um princípio essencial: o Irã não deve possuir armas nucleares. Essa questão transcende a política e se relaciona à segurança global. Para isso, os Estados Unidos estão tomando medidas decisivas neste mês”, afirmou Waltz.
Operação Fúria Épica
O embaixador descreveu a “Operação Fúria Épica”, conforme chamada pelo Pentágono, como focada em alvos militares específicos. Ele a apresentou como parte de um esforço mais amplo para combater a agressão iraniana e impedir que Teerã desenvolvesse armas nucleares.
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“A Operação Fúria Épica visa desmantelar as capacidades de mísseis que ameaçam nossos aliados, degradar recursos navais que desestabilizam as águas internacionais e interromper a logística que arma milícias. O objetivo é garantir que o regime iraniano não possa ameaçar o mundo com armas nucleares”, acrescentou Waltz.
Contexto dos Ataques
Waltz é o primeiro oficial americano, além do presidente Donald Trump, a se manifestar publicamente após os ataques conjuntos entre os EUA e Israel contra o Irã. Trump prometeu aniquilar as forças armadas iranianas e destruir seu programa nuclear, afirmando que o Irã rejeitou “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares”.
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Os ataques começaram na madrugada de sábado, coincidindo com o primeiro dia da semana no Irã, enquanto milhões se dirigiam ao trabalho ou à escola. Diferentemente dos ataques em junho de 2025, que duraram poucas horas, fontes indicam que as forças armadas dos EUA planejam uma série de ataques ao longo de vários dias.
Reação do Irã
Fontes do regime iraniano afirmam que o líder supremo, Ali Khamenei, está vivo, enquanto o país lançou uma onda de ataques sem precedentes em toda a região. Explosões foram relatadas em diversos países que abrigam bases militares americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
