Estados Unidos Defendem Eleições na Venezuela e Rejeitam Envolvimento de Tropas
Em uma declaração feita na segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, juntamente com altos funcionários do Partido Republicano, defenderam a realização de eleições na Venezuela e expressaram a expectativa de que os norte-americanos não enviem tropas ao país sul-americano.
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A reunião, que durou duas horas no Capitólio, ocorreu após um briefing aos congressistas de ambos os partidos sobre a situação política interna.
O presidente enfatizou que “Não esperamos tropas no terreno” e que o objetivo principal é “instar o governo interino a começar a funcionar”. Ele reiterou o desejo de que uma eleição seja convocada o mais breve possível na Venezuela. A declaração veio após um período de incerteza e tensões, com a situação política interna venezuelana ainda instável.
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A reunião, considerada o primeiro briefing presencial desde a operação que resultou na deposição do então presidente Nicolás Maduro, contou com a presença de membros chave do governo, incluindo o Secretário de Estado, o Secretário de Guerra, a Chefe do Departamento de Justiça, o Diretor da CIA e o Chefe do Estado-Maior Conjunto, além de líderes partidários e representantes dos comitês de Relações Exteriores, Defesa e Inteligência do Congresso.
Na quarta-feira, 7 de janeiro, o governo Trump planeja fornecer informações detalhadas a todos os congressistas da Câmara. O Senado também receberá um memorando, embora a versão final ainda esteja sendo elaborada. O líder da minoria no Senado, um republicano de Nova York, avaliou o briefing como “extenso”, mas ressaltou que ele gerou “mais perguntas do que respostas”.
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O senador expressou preocupação com o “plano deles para os EUA administrarem a Venezuela”, descrevendo-o como “vago, insatisfatório e baseado em ‘pensar positivo'”. Ele solicitou garantias de que não haveria tentativas de repetir essa abordagem em outros países, mas não recebeu essas garantias.
O governo Trump buscou minimizar as críticas sobre a possível violação de promessas de não buscar uma mudança de regime na Venezuela, argumentando que a ação se limitava a uma “exigência de mudança de comportamento de um regime”.
