Escândalo do Banco Master: servidores do Rio e Amapá enfrentam graves consequências financeiras

Escândalo do Banco Master gera preocupações para servidores do Rio de Janeiro e Amapá. Descubra os impactos financeiros e as consequências alarmantes!

28/05/2026 00:41

2 min

Escândalo do Banco Master: servidores do Rio e Amapá enfrentam graves consequências financeiras
(Imagem de reprodução da internet).

Escândalo do Banco Master e seus impactos

O escândalo envolvendo o Banco Master promete causar sérios prejuízos para servidores públicos de pelo menos dois estados brasileiros: Rio de Janeiro e Amapá. Durante o programa Bastidores CNN, o analista de Economia Fernando Nakagawa abordou as possíveis consequências, que, embora não sejam imediatas, podem ser significativas.

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O Rioprevidência, fundo responsável pela previdência dos servidores públicos do estado do Rio de Janeiro, investiu, direta ou indiretamente, em ativos do Banco Master. “Esse investimento virou pó. Não existe mais essa grana, ela sumiu”, declarou Nakagawa.

No Amapá, o último relatório disponível revela que o fundo de previdência estadual, a Amprev, havia destinado uma quantia considerável ao Banco Master, representando quase 5% de todo o patrimônio do fundo. A curto prazo, tanto os servidores ativos quanto os aposentados podem não perceber um impacto imediato, uma vez que outras operações financeiras podem compensar temporariamente o prejuízo.

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Contudo, Nakagawa alertou que, com o passar do tempo, as consequências do rombo se tornarão evidentes. “Ao invés de receber X lá no futuro, as pessoas vão receber X menos alguma coisa, que é o prejuízo sofrido atualmente”, explicou.

Comparação de alocações e proteção financeira

O analista enfatizou a gravidade da situação ao comparar as alocações feitas pela Amprev. “Eles colocaram no Banco Master mais dinheiro do que em bancos gigantescos, como Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e BTG Pactual. Ou seja, estavam confiando mais em um banco pequeno, de nicho, do que nessas grandes instituições”, destacou.

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Outro aspecto importante mencionado por Nakagawa é que esse tipo de operação não conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que cobre pessoas físicas em casos de insolvência bancária. “Nesse caso, é prejuízo mesmo”, concluiu Nakagawa.

Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.

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