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Erros de diagnóstico por parte dos EUA geram custos elevados, afirma Marcello Estevão

O diretor-gerente e economista-chefe do IIF argumenta que a perspectiva americana sobre o sistema financeiro internacional é equivocada e favorece o cre…

Por: Pedro Santana

04/08/2025 12:05

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Os Estados Unidos estão cometendo um erro fundamental de diagnóstico e de política externa que pode enfraquecê-los globalmente, ao mesmo tempo em que fortalece potências como a China. Essa é a análise do diretor-gerente e economista-chefe do IIF (Instituto de Finanças Internacionais, na sigla em inglês), Marcello Estevão, durante participação no programa “WW Especial”, da CNN.

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Ex-diretor do Banco Mundial, com experiência no Fed e no FMI, critica a política americana, sobretudo sob a ótica da administração de Donald Trump.

Estevão argumenta que os Estados Unidos estão cometendo um erro estratégico ao tentar desmantelar o sistema financeiro internacional, do qual historicamente se beneficiaram desde a Segunda Guerra Mundial.

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Aquele sistema, com os Estados Unidos e o dólar como centro financeiro, conferiu ao país um poder considerável, atraindo capitais e ativos em dólar. Essa afluência de capital, embora crie um déficit na balança de transações correntes, é totalmente viável, dada a posição americana no sistema financeiro internacional, configurando-se como um problema inexistente.

Estevão ressalta que os Estados Unidos expandiram-se consideravelmente nas últimas duas décadas devido a essa mesma estratégia que atualmente é questionada. Ele caracteriza essa abordagem como uma tentativa de “combater o sistema que existe”.

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Os Estados Unidos estão desmantelando um sistema que foi estabelecido com o país no centro, implementando um sistema onde nos encontramos, caracterizado por relações bilaterais e negociações de curto prazo.

Essa abordagem, para o economista, que também foi secretário para Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, revela uma “falta de pensamento estratégico, de compreensão do que foi esse amplo acordo internacional, que é uma questão preocupante para os cidadãos americanos”.

Desvalorização da influência americana

De acordo com o economista, as consequências são evidentes: os Estados Unidos sairão desse processo mais vulneráveis, enquanto a China, como outra potência econômica, sairá fortalecida. Não há dúvidas sobre isso.

Estevão utiliza o caso do continente africano, em que atuou durante seu tempo no Banco Mundial, como ilustração dessa diminuição de influência. Ele aponta que a China expandiu consideravelmente seu poder na região, ao mesmo tempo em que os Estados Unidos diminuíram sua presença.

Trabalhei em uma equipe de 400 pessoas renegociando dívidas na África. Você já via uma presença maior da China nessa agenda. Os EUA não têm poder nessa discussão. E com o Trump vai sair ainda mais, com a destruição da USAID [agência americana de desenvolvimento internacional], critica.

Marcello Estevão destaca que instituições como o Banco Mundial, o FMI e a OMC (Organização Mundial do Comércio) foram criadas para otimizar os fluxos comerciais e financeiros, favorecendo sobretudo os Estados Unidos, que contam com o mercado de capitais mais avançado.

“É um erro de diagnóstico, é um erro de política e os Estados Unidos vão pagar caro por esse erro, se continuar”, conclui Estevão.

Fonte por: CNN Brasil

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Foto do Pedro Santana

Autor(a):

Pedro Santana

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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