O enviado especial dos EUA para a Ucrânia, Keith Kellogg, acompanha a viagem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Alasca para a reunião com o presidente da Rússia, Vladimir Putin.
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A Casa Branca comunicou que 16 autoridades acompanham Trump na viagem, entre elas o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent.
Já no lado russo, a comitiva inclui o assessor de política externa de Putin, Yury Ushakov, e o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov.
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Qual o motivo pelo qual o enviado especial não comparecerá à reunião?
O ex-general, principal contato do governo dos EUA com a Ucrânia, é considerado favorável ao país pela Rússia, o que poderia ser prejudicial à sua participação na reunião, segundo um alto funcionário americano.
O enviado especial comunicou todas as informações coletadas em suas conversas com ucranianos a Trump e ao Secretário de Estado Marco Rubio, afirmando que sua ausência não representava uma grande preocupação.
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Outra fonte apontou que Rubio não é considerado branda com a Rússia, considerando suas declarações anteriores que classificaram Putin como criminoso de guerra, feitas durante seu tempo no Comitê de Relações Exteriores do Senado.
A Europa tem preocupações com a falta de Kellogg.
Todavia, os europeus estão preocupados com a falta de Kellogg na delegação.
Ele esperava estar ali, e deveria estar, afirmou uma autoridade europeia, ressaltando que é uma perda que o “profundo conhecimento” do enviado especial não esteja na reunião.
O Kellogg possui a melhor compreensão do que a Ucrânia pode aceitar em relação a um acordo, de acordo com essa autoridade.
Ainda assim, deve ser incorporado na delegação que acompanhará qualquer reunião futura com os Estados Unidos, Rússia e Ucrânia, segundo fontes.
Fonte por: CNN Brasil
