Endrick critica torcedores brasileiros que apoiam a Argentina em jogo no Maracanã
Endrick critica torcedores brasileiros que apoiam a Argentina e expressa seu desconforto em entrevista. O que ele revelou sobre a torcida no Maracanã?
Endrick critica torcedores brasileiros que apoiam Argentina
O atacante Endrick expressou sua insatisfação com brasileiros que torcem pela Seleção Argentina em partidas contra a Seleção Brasileira. Em uma entrevista à “Revista Placar”, o jogador recordou a derrota do Brasil para os argentinos no Maracanã, durante as Eliminatórias da Copa do Mundo de 2023, e revelou seu desconforto com a presença de torcedores apoiando a equipe rival.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Durante uma conversa com o lateral Nicolás Tagliafico, do Lyon, Endrick compartilhou a surpresa do argentino ao notar a quantidade de pessoas vestindo azul e torcendo pela Argentina no Maracanã. “Estava comentando isso com o Nicolás Tagliafico, com quem falo muito.
Ele dizia: ‘que loucura’. Quando fomos jogar lá na Argentina, ninguém vestia camisa amarela. Ninguém, ninguém. Se tiver lá, os caras vão pegar na porrada e já era. Quando você vai jogar no Brasil, vê metade da torcida de azul. Ele falou: ‘Isso é uma loucura’.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Porque é uma loucura mesmo. Talvez essa nova geração não tenha visto o Brasil ganhar alguma coisa, mas viu a Argentina e o Messi ganharem, e acabam torcendo por eles”, afirmou.
Expectativa para futuros jogos
A partida mencionada pelo jogador ocorreu em novembro de 2023 e resultou na vitória argentina por 1 a 0, marcando a primeira derrota do Brasil como mandante nas Eliminatórias da Copa do Mundo. No entanto, Endrick acredita que essa situação persistirá. “Eu não tenho dúvidas de que isso vai continuar.
Leia também
No próximo jogo contra a Argentina, veremos brasileiros com a camisa da Argentina. A gente tem que ir, seguir, fazer cada vez melhor para que não exista mais isso e só tenha gente (no estádio) lutando pelo Brasil. Seja gritando, cantando, o que for.
Ajudando mais a seleção brasileira”, concluiu.