Prisão de Empresário Suspeito de Furto de Energia em São Paulo
A Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCESP), através do GARRA (Departamento de Operações Policiais Estratégicas) e DOPE (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos), prendeu na noite de quarta-feira (26) um empresário suspeito de fazer parte de um esquema criminoso.
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O grupo é acusado de furto de energia, corrupção, estelionato (adulteração do sistema de medidor) e fraude processual na cidade de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso.
O suspeito foi encontrado e detido enquanto participava de um campeonato de pôquer em um hotel na zona sul de São Paulo. Ele foi levado à delegacia, e o caso foi registrado no 27° Distrito Policial (Campo Belo).
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Operação Ignis Justiça
A operação, chamada de Ignis Justiça, foi realizada pela Polícia Civil do Mato Grosso (PCMT) na manhã de quarta-feira. O objetivo era desarticular um grupo que utilizava métodos avançados e acesso privilegiado a sistemas para desviar energia elétrica em larga escala.
Durante a ação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão, além de três mandados de prisão preventiva contra quatro investigados.
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Entre os alvos da operação estavam um engenheiro, um ex-funcionário da concessionária de energia e um empresário do agronegócio, todos envolvidos na manipulação dos sistemas. As investigações revelaram que o esquema incluía furto de energia, corrupção, estelionato e fraude processual, além de irregularidades ligadas ao empresário de Lucas do Rio Verde e suas empresas.
Impactos do Esquema Criminoso
Segundo a polícia, o esquema tinha uma movimentação financeira significativa, reduzindo artificialmente os valores cobrados pela concessionária e causando prejuízos ao erário e ao setor energético. Os suspeitos incluíam um engenheiro eletricista, responsável pelas alterações ilegais, e um ex-funcionário terceirizado da concessionária, que usava seu acesso privilegiado para facilitar as fraudes.
Foi constatado que o esquema se estendeu por um longo período, não se limitando a um único ato isolado. O faturamento que deveria retornar à concessionária e à população estava sendo desviado para benefício privado, sustentando o esquema criminoso.
