Embaixador Pedro Miguel da Costa e Silva defende produtos brasileiros na UE e critica protecionismo

Pedro Miguel da Costa e Silva, embaixador do Brasil na UE, rebate críticas ao setor agrícola europeu e defende a qualidade dos produtos brasileiros. Confira!

13/05/2026 00:11

2 min

Embaixador Pedro Miguel da Costa e Silva defende produtos brasileiros na UE e critica protecionismo
(Imagem de reprodução da internet).

Embaixador do Brasil na UE Rebate Críticas ao Setor Agrícola Europeu

O embaixador do Brasil junto à União Europeia, Pedro Miguel da Costa e Silva, contestou nesta terça-feira (12) a alegação do setor agrícola europeu de que os produtos brasileiros não atendem aos padrões sanitários do bloco. Segundo o diplomata, a presença do Brasil no mercado europeu refuta essa afirmação. “O grande problema que enfrentamos no mercado europeu é a narrativa de alguns agricultores e países membros que afirmam que não cumprimos os padrões europeus.

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Isso não é verdade. Se estamos lá e somos grandes fornecedores de produtos agropecuários, é porque atendemos a esses padrões e temos qualidade”, declarou durante uma videoconferência com jornalistas internacionais no Brasil.

Costa e Silva também criticou a condução do diálogo entre as partes, considerando-a insuficiente. “A principal queixa aqui na União Europeia é que o diálogo poderia ser melhor, com mais troca de informações e um fluxo mais eficiente”, comentou.

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Ele destacou a diferença entre normas sanitárias legítimas e protecionismo disfarçado, afirmando: “O problema surge quando as exigências não são proporcionais ou razoáveis. Nesse caso, pode-se caracterizar uma medida protecionista”.

Atualização da Lista de Países Autorizados pela UE

A União Europeia divulgou nesta terça-feira uma atualização da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para o bloco, da qual o Brasil foi excluído. O argumento apresentado pela UE é que o país não forneceu garantias suficientes sobre a criação animal.

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Essa medida entrará em vigor em 3 de setembro. Costa e Silva ressaltou que a questão não se limita ao uso de antibióticos, mas à falta de documentação que comprove os mecanismos de controle sanitário exigidos pela União Europeia.

Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.

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