Alerta de Segurança da Embaixada dos EUA em Bagdá
A embaixada dos Estados Unidos em Bagdá divulgou um alerta de segurança neste sábado (14), recomendando que cidadãos americanos deixem o Iraque imediatamente. A nota enfatiza que “cidadãos americanos que optarem por permanecer no Iraque são fortemente encorajados a reconsiderar sua decisão, considerando a significativa ameaça representada por grupos terroristas alinhados ao Irã”.
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Além disso, a embaixada informou sobre ataques ocorridos nas proximidades do Aeroporto Internacional de Erbil e do consulado americano. O comunicado pede que os cidadãos dos EUA evitem tentar acessar a embaixada em Bagdá ou o consulado geral em Erbil devido ao “risco contínuo de mísseis, drones e foguetes no espaço aéreo iraquiano”.
Essa recomendação foi emitida após um ataque durante a noite.
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Decisões do Departamento de Estado
O Departamento de Estado também determinou na sexta-feira (13) que funcionários do governo americano que não desempenham funções essenciais, assim como suas famílias, deixassem Omã. O alerta reflete as crescentes preocupações com a segurança na região.
Conflito no Oriente Médio
Atualmente, os Estados Unidos e Israel estão em conflito com o Irã, que teve início em 28 de fevereiro, após um ataque coordenado entre os dois países em Teerã. Autoridades de alto escalão do regime iraniano foram mortas, e os EUA alegam ter atacado alvos militares, incluindo sistemas de defesa aérea e aeronaves.
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Em resposta, o regime iraniano lançou ataques em diversos países, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, afirmando que seus alvos são apenas interesses dos EUA e de Israel. Desde o início do conflito, mais de 1.200 civis perderam a vida no Irã, conforme a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, com sede nos EUA.
A Casa Branca registrou pelo menos sete mortes de soldados americanos em decorrência direta dos ataques iranianos.
Repercussões e Novas Lideranças
O conflito também se intensificou com a participação do Hezbollah, um grupo armado apoiado pelo Irã, que retaliou a morte de Ali Khamenei. Em resposta, Israel tem realizado ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah no Líbano, resultando na morte de centenas de pessoas na região.
Após a morte de grande parte da liderança iraniana, um novo líder supremo foi eleito. Especialistas apontam que essa escolha representa uma mudança significativa na política do Irã. Donald Trump expressou descontentamento com a nova liderança, afirmando que precisaria estar envolvido no processo e considerando a escolha de Mojtaba como “inaceitável” para o futuro do Irã.
