Eliza Samudio: Carta psicografada revela horror e possível ocultação do corpo! Família Mantém convicção de que ela não está viva. Detalhes chocantes revelados!
O caso envolvendo o aparecimento de um passaporte supostamente pertencente a Eliza Samudio em Portugal ganha novo contorno, em um momento de forte declaração da família. Sônia Moura, mãe da modelo, reiterou publicamente sua crença de que a filha não está viva, apesar do mistério que o documento gerou na Europa.
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O caso tem atraído atenção devido a relatos que surgem em meio a uma busca por entender o que realmente aconteceu. Entre eles, destaca-se uma carta psicografada, atribuída à própria Eliza, que descreve momentos de grande violência que antecederam seu desaparecimento.
A vidente Chaline Grazik compartilhou a leitura da carta, que detalha agressões físicas e a ocorrência de asfixia. Além disso, a mensagem revela a percepção da vítima sobre o comportamento dos agressores, que, segundo ela, demonstravam pânico e confusão ao tentar decidir como ocultar os vestígios do crime.
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A carta psicografada relata: “Foi cruel, foi horroroso. Eu tentava pedir socorro, mas ninguém me ouviu. Meu pescoço doía tanto, apertaram, até faltar oxigênio no meu cérebro. Mas, neste momento, meu espírito saiu imediatamente do corpo. Ficou perto de uma árvore de onde vi tudo, tudo o que fizeram comigo.
De repente, veio um homem mal-encarado, de pele morena e camiseta vermelha. Naquele dia eu não sabia quem era ele. Mas eu conseguia ver tudo o que faziam comigo, uma sensação que eles tinham de pavor, de não saber o que fazer. Porém, pareciam endemoniados.
Não paravam com aquela situação. Nunca imaginei do que fossem capazes. Um dava ideia ao outro do que fazer e como fazer para esconder o corpo. Me bateram muito. Decidiram me jogar num rio, que lembro nitidamente, um rio fétido. Pegaram uma madeira, uma madeira com bastante fiapos e me bateram no meu corpo até que meu corpo ficasse no fundo.
Cara de apavorados, mas mesmo assim cometeram o crime. Eu vi tudo, tudo mesmo, e foi muito doloroso, senti tudo”.
Apesar da falta de validação oficial, esses relatos, que descrevem o sofrimento e a possível ocultação do corpo, alimentam o debate e a imaginação popular em torno do caso.
Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.