A recente eliminação de Solange Couto no BBB 26, com 94,17% dos votos, trouxe à tona lembranças de outras saídas memoráveis do reality show. Ao longo das edições, diversos participantes deixaram o programa com altos índices de rejeição, frequentemente após se envolverem em conflitos ou adotarem posturas que desagradam o público.
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A seguir, confira os nomes que se destacaram por algumas das maiores rejeições na história do Big Brother Brasil.
A trajetória de Karol Conká foi uma das mais comentadas da edição. Envolvida em várias discussões e protagonista de momentos polêmicos, a cantora se tornou uma das grandes vilãs do programa. Uma de suas falas mais memoráveis, “Minha língua é igual a um chicote”, viralizou nas redes sociais.
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Apesar de ter trabalhado na reconstrução de sua imagem fora da casa, sua eliminação com 99,17% permanece como a maior rejeição da história do reality.
Outro participante do grupo mais criticado daquela edição, Nego Di teve uma passagem breve, mas intensa. Suas atitudes e comentários geraram forte rejeição do público, que o eliminou no terceiro paredão. Ele competia contra Sarah Andrade e Fiuk, mas deixou o programa com 98,76% dos votos, consolidando sua posição entre os maiores índices negativos do BBB.
A participação de Viih Tube foi marcada por uma estratégia social intensa, que não agradou a todos os telespectadores. Acusada de agir de forma calculista e de tentar agradar diferentes lados, a influenciadora foi eliminada com 96,69%. Sua relação com Juliette, a vencedora da edição, também foi alvo de críticas e contribuiu para sua alta rejeição.
No BBB 5, Aline dos Santos fez história ao receber 95% dos votos em um paredão contra Grazi Massafera, uma das favoritas daquele ano. Na época, o formato do programa era diferente, com disputas duplas e o anúncio das porcentagens ao vivo, o que aumentou ainda mais o impacto da rejeição.
Aline saiu com 95% dos votos.
Com uma postura direta e sem filtros, Camilla acumulou atritos ao longo do jogo, especialmente em embates com Vitória Strada. Sua forma de se posicionar dividiu opiniões, mas acabou pesando negativamente, resultando em sua eliminação com 94,67%, uma das maiores porcentagens da edição.
A saída de Patrícia Leitte também foi marcante. Em um paredão triplo, ela recebeu 94,26% dos votos, tornando-se recordista naquele momento. Anos depois, relembrou o impacto emocional da rejeição, afirmando que foi muito humilhada ao deixar a casa, evidenciando a intensidade da experiência fora do confinamento.
A atriz Solange Couto teve uma participação repleta de polêmicas e discussões. Disputando a permanência com Jordana e Marciele, ela foi eliminada com 94,17%. Suas falas e posicionamentos dentro da casa repercutiram negativamente, contribuindo para que alcançasse um dos maiores índices de rejeição da temporada.
A passagem de Felipe Cobra ficou marcada por declarações controversas e ofensivas. Durante o confinamento, ele fez comentários considerados machistas e chocou o público ao relatar atitudes violentas fora da casa. No paredão contra Alberto Cowboy, foi eliminado com 93%, sendo amplamente rejeitado pelos telespectadores.
Nayara teve uma trajetória marcada por conflitos e estratégias que não agradaram nem os colegas nem o público. Acusada de manipular informações dentro do jogo, ela se tornou um alvo frequente e deixou o programa com 92,69% dos votos.
Conhecido como um dos participantes mais polêmicos de sua edição, Rogério Padovan acumulou críticas por seu comportamento e falas dentro da casa, incluindo acusações de homofobia envolvendo Jean Wyllys. Em um paredão contra Sammy, foi eliminado com 92%, consolidando sua posição entre os mais rejeitados do reality.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.
