Elena Rybakina brilha e avança para a final do Australian Open! Após vencer Jessica Pegula, ela se prepara para um duelo emocionante contra Aryna Sabalenka.
Elena Rybakina derrotou Jessica Pegula na semifinal do Australian Open, realizada nesta quinta-feira (29). Agora, ela se prepara para enfrentar a número um do mundo, Aryna Sabalenka, na final do Grand Slam. A atleta do Cazaquistão, de 26 anos, venceu com parciais de 6/3 e 7/6.
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Essa será uma reedição da final de 2023 em Melbourne, onde Sabalenka saiu vitoriosa. Rybakina busca seu segundo título de Slam, após conquistar Wimbledon em 2022.
Como cabeça de chave número cinco, Rybakina começou a partida na Rod Laver Arena com um ritmo intenso, utilizando suas potentes pancadas para pressionar Pegula. A norte-americana, que começou o jogo de forma hesitante, conseguiu se estabilizar e manteve-se competitiva, mesmo após estar atrás por 4-2 no primeiro set, salvando break points.
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Contudo, Rybakina aumentou a intensidade e fechou o primeiro set com um winner que cruzou a quadra.
Após encerrar a temporada de 2025 com uma vitória sobre Sabalenka no WTA Finals, Rybakina começou o segundo set quebrando o saque de Pegula, abrindo 2/1. A norte-americana reagiu, devolvendo a quebra e, mais tarde, salvou três match points, empatando o set em 5-5 e forçando um tie-break.
Pegula teve duas oportunidades de set, mas não conseguiu aproveitá-las e acabou sendo derrotada por Rybakina, que agora se prepara para a final contra Sabalenka no sábado (31).
“Foi um segundo set épico. A Jessica jogou muito bem, lutou até o fim e estou feliz por estar na final”, declarou Rybakina. “Foi realmente estressante. Tive um tie-break épico aqui (em 2024) e um pequeno flashback veio à minha mente. Estou ansiosa para jogar no sábado”, completou ela, ainda em quadra.
Pegula, de 31 anos, chegou à semifinal sem perder um set no torneio, mas reconheceu que sentiu o impacto da sessão noturna na quadra principal. “Eu vinha jogando todas as partidas durante o dia. É muito mais quente e rápido. Chegar lá à noite foi agradável, mas a quadra estava mais lenta.
Demorei um pouco para me encontrar”, explicou aos repórteres.
Ela ainda comentou sobre seu desempenho: “Meu tempo de bola estava errado por um tempo, e é difícil contra alguém que bate tão forte quanto ela. Rybakina se adaptou mais rápido e estava me mandando bolas pesadas. Cometi muitos erros e não consegui acompanhar os golpes como poderia”, avaliou Pegula.
Autor(a):
Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.