Eleições 2026 no Brasil têm candidatos de 19 países, incluindo Síria e China

A diversidade de candidatos nas eleições de 2026 reflete a globalização política, com nomes de 19 países disputando cargos no Brasil.

TSE (Tribunal Superior Eleitoral)

As eleições de 2026 no Brasil apresentaram uma diversidade impressionante, com candidatos de 19 países diferentes disputando vagas. Os dados foram coletados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que levantou um total de 241 nomes.

Dentre esses, 208 são brasileiros naturalizados e nasceram em cidades brasileiras. Sete se identificam como estrangeiros e dois são portugueses, gozando de igualdade de direitos no processo eleitoral. O restante dos candidatos apontou localidades fora do Brasil como região de nascimento durante o registro.

Origem dos Candidatos

O país com o maior número de candidatos é Portugal, que conta com cinco participantes. Em seguida, Síria e Peru aparecem com três cada. Itália, Bolívia e China têm dois candidatos cada uma. Essa mistura reflete a crescente globalização política no Brasil.

Para concorrer nas eleições brasileiras, as regras exigem que os candidatos sejam cidadãos natos ou naturalizados. No entanto, há exceções para os cargos de presidente e vice – presidente da República, que são reservados apenas para brasileiros natos.

Além disso, senadores e deputados federais naturalizados não podem assumir a presidência das respectivas Casas.

Embora os cadastros do TSE indiquem cidades e nacionalidades estrangeiras, cabe à Corte avaliar esses registros e solicitar correções quando necessário. Isso pode impactar o número final de candidatos elegíveis nas eleições.

Cidades Representadas

A lista das cidades mencionadas pelos candidatos inclui locais emblemáticos como Buenos Aires na Argentina; Bruxelas na Bélgica; La Paz e Santa Cruz de La Sierra na Bolívia; Ramala na Cisjordânia; Dongguan e Pequim na China; além de Bogotá na Colômbia.

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Outros lugares destacados são Seul na Coreia do Sul; Havana em Cuba; Washington nos Estados Unidos; Paris na França; Perches no Haiti; Parma e Roma na Itália; Beirute no Líbano; Iquitos e Lima no Peru; Lisboa e Porto em Portugal; Dacar no Senegal; Damasco e Makabara na Síria; Zurique na Suíça; Taipei em Taiwan; e Lomé em Togo.

A Cisjordânia é uma peculiaridade a ser observada, pois não é um país independente, mas um território que faz parte da Palestina. Essa diversidade geográfica ressalta a complexidade do cenário eleitoral brasileiro em 2026.