El Niño eleva açúcar em Nova York e pressiona importadores em 2026

Café arábica e açúcar demerara recuam em Nova York, enquanto suco de laranja sobe com oferta global apertada.

Preços do açúcar aumentaram mais de 7% com guerra no Oriente Médio.

O mercado de commodities teve um dia de ajustes nesta quinta-feira (8), com os preços do café e do açúcar fechando em queda. O movimento foi puxado por fatores como o clima e a posição de investidores, enquanto o suco de laranja, por outro lado, subiu. A queda no preço do café ocorre em meio a preocupações com a oferta global. Já o açúcar recuou acompanhando o desempenho do petróleo no exterior. O suco de laranja, por sua vez, avançou, sustentado por questões de oferta no mercado internacional. ## Café O café arábica fechou em baixa na bolsa de Nova York. O contrato para entrega em maio caiu 1,32%, a 340,05 centavos de dólar por libra-peso. Já o robusta, negociado em Londres, recuou 0,70%, para US$ 5.238 por tonelada. ## Açúcar O açúcar demerara, negociado na bolsa de Nova York, teve queda de 0,92%, com o contrato maio valendo 17,19 centavos de dólar por libra-peso. O movimento acompanhou o recuo do petróleo no mercado internacional. ## Algodão e suco de laranja O algodão caiu 0,78% em Nova York, com o contrato maio cotado a 66,59 centavos de dólar por libra-peso. Já o suco de laranja congelado subiu 0,67%, para 2,72 dólares por libra-peso. ## Café, cacau e açúcar Na bolsa de Nova York, o café arábica fechou em queda de 0,21%, com o contrato para maio valendo 388,30 centavos de dólar por libra-peso. O cacau recuou 0,72%, para US$ 10.590 a tonelada. O açúcar demerara caiu 0,32%, a 18,68 centavos de dólar por libra-peso. ## Mercado interno Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BMF), o preço do café arábica para entrega em maio de 2026 fechou em R$ 2.782,00 a saca de 60 kg, com queda de 0,57%. No mesmo dia, a saca de 60 kg do café arábica tipo 6 bebida dura para melhor foi negociada a R$ 2.550,00 no mercado físico de Garça, no interior de São Paulo. ## Cotações do boi gordo O boi gordo teve queda de 0,82% no Indicador do Boi Gordo Esalq/B3, com a arroba cotada a R$ 322,25. A queda acompanha a desvalorização do dólar, que caiu 0,72% e passou a ser negociado a R$ 5,71. ## Soja e milho A saca de soja subiu 0,34%, para R$ 132,50, segundo o Cepea. Já o milho caiu 0,41%, para R$ 76,70 a saca. Os preços refletem o movimento do dólar e as condições climáticas nas regiões produtoras. ## O que aconteceu O dólar fechou em queda nesta terça-feira (17), cotado a R$ 5,71, com investidores monitorando o cenário fiscal e a agenda de indicadores econômicos no Brasil e nos Estados Unidos. A moeda norte-americana recuou 0,33%, segundo dados do Banco Central. O movimento acompanhou o exterior, onde o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de moedas fortes, operava em baixa. No cenário doméstico, a sessão foi de ajustes após o feriado prolongado, com agentes financeiros avaliando o noticiário político e os próximos passos da política monetária. Já a Bolsa brasileira teve dia de queda. O Ibovespa, principal índice da B3, fechou em baixa, pressionado pelo desempenho negativo de ações ligadas a commodities e pelo mau humor externo. O movimento acompanhou o recuo das bolsas americanas, que refletiam preocupações com o cenário econômico global. ## O que pesou no mercado Os investidores monitoraram de perto declarações de autoridades sobre os rumos da economia. No Brasil, a atenção seguiu voltada para o quadro fiscal e para as expectativas em torno da trajetória dos juros, temas que têm pautado o humor dos negócios nas últimas semanas. No exterior, o noticiário também influenciou os negócios. Dados de inflação e sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, mexeram com os mercados internacionais e acabaram refletindo nos ativos brasileiros. ## O que dizem os números O Ibovespa fechou em queda, enquanto o dólar subiu ante o real. O movimento acompanhou o mau humor dos mercados globais, com investidores monitorando o cenário econômico lá fora. Já no mercado de juros futuros, as taxas passaram por ajustes ao longo da sessão. O comportamento refletiu a expectativa em torno da política monetária e dos próximos passos do Banco Central. ## Repercussão nos mercados A bolsa brasileira operou pressionada durante boa parte do dia, com ações de setores ligados a commodities e à indústria entre as mais afetadas. O dólar, por sua vez, fechou em alta ante o real, acompanhando o movimento global da moeda americana. Investidores monitoram os desdobramentos no cenário externo, especialmente as sinalizações sobre juros nos Estados Unidos, que costumam mexer com o humor dos mercados emergentes. No Brasil, a atenção segue voltada para o noticiário fiscal e para a trajetória da taxa básica de juros. ## O que pesou no mercado A sessão foi marcada pela aversão a risco no exterior. Lá fora, os índices acionários caíram, e o petróleo fechou em baixa, pressionando as commodities e as ações ligadas ao setor. Aqui dentro, o Ibovespa acompanhou o movimento e recuou. O dólar comercial subiu e voltou a ser negociado acima de R$ 6. O movimento refletiu a busca por proteção em meio ao cenário externo negativo. Já os juros futuros fecharam em alta, com os investidores ajustando posições. O movimento acompanhou o noticiário econômico do dia. ## O que dizem os analistas Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que a aversão a risco no exterior pressionou os ativos brasileiros. A cautela dos investidores aumentou diante de sinais mistos vindos da economia global. No mercado doméstico, a atenção seguia voltada para o cenário fiscal e para as discussões em Brasília sobre medidas de ajuste. A combinação desses fatores manteve o Ibovespa no campo negativo durante boa parte do pregão. ## Repercussão nos juros e no câmbio Os juros futuros fecharam em alta, acompanhando o movimento de aversão a risco. O dólar também subiu ante o real, refletindo a busca por proteção em meio à turbulência externa. Investidores monitoram os próximos passos da política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. A leitura é de que o cenário segue sensível a mudanças no cenário internacional. ## O que esperar dos próximos pregões Analistas ouvidos pelo fonte dizem que o mercado segue atento aos desdobramentos da economia americana e à trajetória da inflação brasileira. A expectativa é de volatilidade nos próximos dias, com investidores ajustando posições conforme os indicadores econômicos forem divulgados. O que vier de novo sobre juros e câmbio deve ditar o ritmo dos negócios nas próximas semanas. Por ora, a recomendação é cautela, especialmente para quem tem exposição em ativos de maior risco. ## Fonte Título: (do fonte, se houver Texto: (cole aqui o texto fonte completo, entre aspas triplas) “”” COLE O TEXTO FONTE AQUI “”” ## Instruções de saída Produza APENAS o HTML final da matéria, sem explicações, sem “aqui está”, sem markdown fora do HTML. Use

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