O deputado federal do PL (São Paulo) expressou sua opinião sobre o tratamento que o ex-presidente Jair Bolsonaro está recebendo enquanto permanece preso na carceragem da Polícia Federal em Brasília. Ele argumentou que o tratamento do ex-presidente é mais rigoroso do que o aplicado a outros políticos que também foram alvo da Justiça.
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O deputado ressaltou que, em casos como o de Collor, por exemplo, o ex-presidente violou uma tornozeleira eletrônica sem ser imediatamente preso, mas o caso de Bolsonaro foi tratado de forma diferente.
Diferenças no Tratamento Legal
O parlamentar destacou que a situação de Bolsonaro contrasta com outros casos, mencionando o exemplo do ex-presidente Fernando Collor, que também quebrou uma tornozeleira eletrônica, mas não foi preso na mesma hora. Ele enfatizou que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, deu um prazo para Collor se explicar, o que não ocorreu com Bolsonaro.
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Comparação com o Caso Lula
O deputado fez uma comparação com o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando este ficou preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. Ele afirmou que Lula tinha direito a vigília, cela aberta e múltiplas visitas ao mesmo tempo, transformando a carceragem em um local de interação.
Essa situação, segundo ele, não se aplica ao caso de Bolsonaro.
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Questionamentos sobre a tornozeleira eletrônica
O deputado também levantou dúvidas sobre a necessidade da tornozeleira eletrônica no caso do ex-presidente. Ele argumentou que, considerando a vigilância constante na residência de Bolsonaro, com a possibilidade de policiais entrarem na casa, e o uso de câmeras de segurança, a utilização da tornozeleira eletrônica se torna desnecessária, especialmente devido à idade e à saúde debilitada do ex-presidente.
Conclusão: Críticas e Controvérsias
As declarações do deputado Eduardo Bolsonaro geram controvérsias e reforçam as críticas à condução do processo judicial envolvendo o ex-presidente. O debate sobre o uso da tornozeleira eletrônica e as diferenças no tratamento legal entre os envolvidos continuam sendo temas de discussão pública.
