Dragon Quest VII Reimagined: Uma Reinvenção que Revoluciona o Clássico!

Prepare-se para uma reinvenção épica! Dragon Quest VII Reimagined chegou ao Nintendo Switch 2 e está revolucionando a franquia. Com uma arte deslumbrante, novas mecânicas e acessibilidade, este remake é imperdível para fãs e novatos. Descubra a aventura reimaginada que promete encantar a nova geração!

5 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Dragon Quest VII Reimagined: Uma Reinvenção que Vale a Pena

Eu ainda me lembro daquele momento: a primeira vez que vi o trailer de Dragon Quest VII Reimagined. Era uma Nintendo Direct, que eu estava cobrindo diretamente de uma sala de imprensa em um hotel, durante uma viagem – infelizmente, não era uma produção da Square Enix.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando os primeiros frames do vídeo apareceram na tela, gritei: “É Dragon Quest VII!!!” – e, sem dúvida, acertei. O jogo, de fato, era uma nova versão, e todos ao meu redor ficaram boquiabertos.

Uma Experiência Antecipada

Tive a chance de jogar o game de forma antecipada, graças a uma key proporcionada pela Square Enix para o Nintendo Switch 2. Dediquei o máximo de tempo possível para explorar essa nova versão. Se você jogou o primeiro Dragon Quest VII, lançado para o PlayStation 1, ou o remake para o Nintendo 3DS, saiba que o subtítulo “Reimagined” se encaixa perfeitamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O jogo muda bastante em relação aos lançamentos anteriores, e a mudança artística é um dos seus pontos mais fortes.

Arte e Design: Uma Reverência a Toriyama

Enquanto o novo jogo tenta preservar a perspectiva isométrica presente no lançamento original, ele também muda bastante os personagens. Para isso, foram feitos bonecos de verdade para servir de referência, convertendo tudo e dando um resultado maravilhoso, que dá vida à arte criada por Akira Toriyama para os personagens (aliás, o jogo original contava com um manual lindo cheio de artes do criador de Dragon Ball, algo que posso publicar depois aqui).

LEIA TAMBÉM!

A mudança artística é um dos pontos mais fortes do jogo, e a fidelidade à obra de Toriyama é impressionante.

Novas Mecânicas e Acessibilidade

Claro, durante os tempos recentes, eu vi muita gente pedindo um tratamento HD-2D, seguindo o que foi feito na trilogia de remakes de Dragon Quest. Entretanto, eu, sinceramente, gostei mais desta pegada, afinal, também traz uma evolução para essa série de remakes da franquia, algo que fica muito mais coerente quando você percebe que este jogo tem cutscenes, diálogos com dublagem (em inglês ou japonês) e animações bem bacanas nas batalhas.

Sim, é uma pena que o game não tenha legendas em português do Brasil, algo que seria fundamental para popularizar uma das séries mais importantes do gênero RPG. Afinal, eu acabei me apaixonando muito cedo por essa franquia e sei que nem todo mundo tem o mesmo amor porque não conseguiu jogar de forma mais acessível.

Vamos torcer que futuros lançamentos ou patches corrijam este problema e que mais pessoas possam jogar o game.

Uma Aventura Mais Acessível

Uma das grandes mudanças no gameplay é a introdução de um sistema que permite que você escolha uma subclasse, permitindo que o jogador tenha uma grande chance de customização e variação, já que poderá misturar atributos e ter algo totalmente novo e muito diferente do que vimos no jogo original.

Também tem uma nova mecânica em que cada personagem pode ativar uma habilidade passiva durante a batalha, ligada diretamente à sua classe. Os resultados são sempre legais para a party, aumentando a defesa, ataque ou aproveitando para melhorar a chance de crítico, por exemplo, sendo essas 3 as habilidades da sua party inicial.

Ao longo do tempo, seus personagens vão desbloqueando novas habilidades ativas que possuem diferentes efeitos de batalha ou efetividade em monstros.

Um Novo Começo

Para quem jogou o game original e teve uma experiência não muito bacana, afinal, eu entendo que Dragon Quest VII foi meio deixado de lado por muitos por ser longo e ter uma introdução muito mais demorada, saiba que o Reimagined encurta esse tempo de iniciação.

Sim, é o caso de realmente ter sido reimaginado, pois o game deixa tudo mais acessível e fácil de entender, colocando o jogador em uma aventura e para a batalha em bem menos tempo. Além disso, as tabuletas necessárias para abrir as aventuras também estão mais fáceis de encontrar, algo que o próprio criador fez questão de deixar claro em uma entrevista recente.

A ideia é uma forma do jogo se adaptar ao público da nova geração, fazendo com que todos possam apreciar a franquia Dragon Quest e se divertir.

Conclusão: Uma Reinvenção que Vale a Pena

Dragon Quest VII Reimagined traz uma forma nova e empolgante de aproveitar um dos clássicos do primeiro PlayStation, trazendo um dos games mais subestimados da franquia e dando uma nova cor e sabor para ele, deixando muito mais palatável para novos públicos e também para quem não conseguiu aproveitar naquela época. É uma grande aula e uma forma inteligente de como reviver um game que completará 25 anos em breve.

Este review foi feito com uma chave antecipada proporcionada pela Square Enix para Nintendo Switch 2.

Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.

Sair da versão mobile