Com a implementação do novo salário mínimo de R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026, as mulheres que contribuem para a Previdência Social como seguradas facultativas – muitas vezes donas de casa – precisam atualizar o valor de suas guias de pagamento.
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Essa mudança garante que os custos para manter a proteção previdenciária estejam alinhados com o novo piso nacional e assegure que eventuais benefícios também acompanhem o aumento.
Novos Valores das Guias em 2026
O cálculo das contribuições depende da categoria em que a segurada se enquadra. Para as donas de casa de baixa renda, inscritas no CadÚnico, a alíquota é de 5%, resultando em uma guia mensal de R$ 81,05. Para quem não se enquadra nessa categoria, mas deseja contribuir com o mínimo, a alíquota é de 11%, com uma guia mensal de R$ 178,31.
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Benefícios Garantidos com o Novo Piso
Ao manter os pagamentos em dia, a segurada passa a ter direito a benefícios calculados sobre o novo valor de R$ 1.621. Isso inclui a garantia do valor integral do salário mínimo ao atingir os requisitos necessários para a aposentadoria, além de auxílio-doença e invalidez, proteção em caso de incapacidade temporária ou permanente para as atividades domésticas, salário-maternidade durante o período de nascimento ou adoção de filhos e direito à pensão por morte, garantindo segurança aos dependentes.
Reforma Tributária e o Consumo Doméstico
Além da alteração na contribuição, as donas de casa devem estar atentas ao início da transição da Reforma Tributária em 2026. Inicialmente, haverá uma fase de testes com as novas alíquotas da CBS (0,9%) e do IBS (0,1%) que aparecerão nas notas fiscais.
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No entanto, essa mudança não impactará o preço final dos produtos básicos para o consumidor, servindo apenas para ajustar os sistemas federais, estaduais e municipais, sem gerar custos extras imediatos nas compras das famílias.
Dica Importante do INSS: Para as donas de casa de baixa renda, a validade da contribuição de R$ 81,05 depende da regularidade no CadÚnico. É fundamental que os dados tenham sido atualizados nos últimos 24 meses, caso contrário, o INSS pode desconsiderar o pagamento e negar o benefício no futuro.
