Donald Trump se diz disposto a impedir ataques de Israel ao Líbano após combates letais

A disposição de Donald Trump para intervir nos ataques de Israel ao Líbano reflete a crescente preocupação internacional com a escalada do conflito e suas

Presidente dos EUA, Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em uma entrevista divulgada nesta sexta-feira, 19 de agosto de 2026, que está disposto a impedir Israel de realizar ataques contra o Líbano. Durante a conversa com o repórter da Axios, Marc Caputo, Trump afirmou: “Sim, sou” quando questionado sobre sua capacidade de frear ofensivas israelenses.

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Ele complementou dizendo que “eles me respeitam muito e fazem o que eu digo”.

Conflito no Líbano e a Repercussão das Declarações

As declarações de Trump surgem em um contexto tenso, pois Israel e Hezbollah chegaram a um acordo após um dos dias mais sangrentos do conflito. Na sexta-feira, as autoridades libanesas informaram que os combates resultaram na morte de pelo menos 47 pessoas, tornando-se o segundo dia mais letal desde o início das hostilidades.

A situação no Líbano tem gerado preocupações internacionais sobre a escalada do conflito e as implicações para a estabilidade na região.

Além disso, em uma entrevista por telefone à NBC News também na sexta-feira, Trump revelou ter solicitado a Israel que apoie um cessar-fogo com o Hezbollah. Ele mencionou ter conversado com representantes do governo israelense na manhã do mesmo dia e os incentivou a concordar com uma pausa nas hostilidades.

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No entanto, Trump não confirmou se manteve contato direto com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Acordo entre EUA e Irã e Relação com Netanyahu

Em meio às tensões, Trump destacou o memorando de entendimento assinado pelos Estados Unidos e pelo Irã como um passo positivo para encerrar a guerra. Ele descreveu esse acordo como “a cereja do bolo”, indicando que vê valor na diplomacia entre as potências envolvidas no conflito.

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O presidente americano também elogiou seu relacionamento com Netanyahu, afirmando: “Sempre me dei bem com o Bibi”. Essa relação pessoal entre os líderes é considerada um fator importante nas dinâmicas políticas do Oriente Médio. Trump enfatizou a necessidade de manter a calma e agir com prudência diante da situação delicada.

Essas declarações de Trump refletem não apenas sua posição em relação ao conflito entre Israel e Hezbollah, mas também sua estratégia diplomática para lidar com as tensões no Oriente Médio. A busca por um cessar-fogo e a promoção do diálogo entre as partes envolvidas são aspectos centrais em sua abordagem política atual.