Djokovic retorna ao ATP 500 de Pequim após 11 anos de ausência
Novak Djokovic está de volta a Pequim. O sérvio, dono de 24 títulos de Grand Slam, anunciou nesta quarta-feira (16) que vai disputar o ATP 500 da capital chinesa depois de 11 anos longe da competição. A decisão ocorre em um momento delicado da carreira: ele caiu para o 12º lugar no ranking mundial e foi eliminado de forma precoce no US Open.
No China Open, Djokovic tem um histórico impecável. Foram seis participações e seis títulos — um aproveitamento de 100% no torneio. O último troféu, porém, foi levantado em 2015. Agora, o sérvio busca retomar o ritmo em uma quadra onde sempre se sentiu à vontade.
Retorno a Pequim após mais de uma década
A última vez que Djokovic pisou nas quadras de Pequim foi há 11 anos. De lá para cá, o torneio mudou de categoria, passou por reformulações e viu novos campeões surgirem. Mas o sérvio mantém a confiança de quem nunca perdeu por lá.
O ATP 500 de Pequim está marcado para outubro e deve contar com outros nomes de peso do circuito.
O retrospecto do sérvio na China é impressionante.
Momento complicado no circuito
A volta a Pequim acontece em um período de reajuste para Djokovic. O sérvio amargou uma eliminação surpreendente no US Open, torneio que já venceu quatro vezes. A queda precoce em Nova York o fez cair para a 12ª posição do ranking da ATP, uma colocação incomum para quem passou boa parte da carreira no topo.
Djokovic tenta recuperar a confiança. A escolha por Pequim não é aleatória: o sérvio sabe que o torneio pode servir como trampolim para a reta final da temporada. Além disso, a pontuação do ATP 500 ajuda na corrida para o ATP Finals, em Turim.
O China Open será disputado entre os dias 30 de setembro e 6 de outubro.
Aos 39 anos, o sérvio ainda sonha com novos recordes. Um sétimo título em Pequim reforçaria sua condição de maior vencedor da história do torneio e daria o impulso necessário para 2026.
Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
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