
O livro “Dinari” propõe uma nova perspectiva sobre as experiências de infância e envelhecimento de pessoas negras. A obra, escrita por Éle Fernandes, atua como um convite delicado para explorar a memória ancestral e o tempo vivido. As ilustrações ficam por conta de Suzane Lopes, finalista do Prêmio Jabuti em 2023.
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O lançamento do livro está agendado para este sábado, dia 11, na Livraria Aluá, em Belo Horizonte. O evento contará com entrada gratuita, incluindo um bate-papo e contação de histórias com a autora. Após o lançamento, o material estará disponível para compra na loja virtual da associação.
A obra oferece às crianças negras um espaço de representação que foca na potência, beleza e no sentimento de pertencimento, fugindo da narrativa da dor. É um esforço para consolidar uma literatura onde corpos negros sejam retratados de maneira afetuosa, honesta e segura.
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A conexão com a memória é um fio condutor. A autora descreve como a arte dialoga com o passado. A experiência de criar é um ato de resgate cultural. A memória é um espaço de resistência.
A arte é fundamental na construção da identidade. Ela permite revisitar histórias e fortalecer laços culturais. A narrativa é um veículo para a afirmação de quem se é.
O território físico e o senso de comunidade são vitais. Eles fornecem o suporte para a memória e a cultura. A troca de experiências fortalece os laços sociais.
A autora enfatiza que a arte e a literatura são ferramentas de transformação social. Elas promovem o diálogo e a reflexão sobre a própria existência.
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Autor(a):
Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.