Desemprego em 2025: IBGE revela recorde histórico em dezenove estados e DF!

Desemprego em 2025: IBGE revela que dezenove estados e o DF alcançaram a menor taxa histórica! Descubra os detalhes surpreendentes dessa pesquisa!

20/02/2026 11:31

3 min

Desemprego em 2025: IBGE revela recorde histórico em dezenove estados e DF!
(Imagem de reprodução da internet).

Desemprego em 2025: Dados do IBGE Revelam Resultados Positivos

Dezenove estados e o Distrito Federal (DF) encerraram 2025 com a menor taxa de desemprego já registrada na série histórica da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, que teve início em 2012. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (20) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

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O ano de 2025 foi marcado por uma taxa de desemprego nacional que também se destacou como a menor desde o início da série, conforme anunciado pelo IBGE no final de janeiro. A pesquisa avalia o mercado de trabalho para pessoas a partir de 14 anos, considerando todas as formas de ocupação, incluindo empregos formais e informais.

Taxas Mínimas de Desemprego por Estado

As unidades da federação que alcançaram as menores taxas de desemprego foram:

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Rondônia, embora não tenha registrado queda na taxa de desemprego, fechou o ano com 3,3%, o quarto menor índice do país. O recorde de desocupação no estado foi de 3,1%, em 2023. O Amazonas foi o único estado entre os com menores taxas que não apresentou redução em relação a 2024, mantendo a marca de 8,4%.

Desemprego Abaixo da Média Nacional

Os dados de 2025 mostram que 12 das 27 UFs ficaram abaixo da média nacional de 5,6%, enquanto 15 superaram essa taxa. Os estados do Nordeste apresentaram as maiores taxas de desocupação. Confira o ranking:

Leia também

Informalidade no Mercado de Trabalho

A pesquisa do IBGE também revela desigualdades na informalidade do mercado de trabalho. Em 2025, a taxa de informalidade no Brasil foi de 38,1%, com 18 estados acima dessa média, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

Trabalhadores informais não têm acesso a direitos como previdência, 13º salário, seguro-desemprego e férias. Confira os níveis de informalidade nas UFs:

Rendimento Mensal dos Trabalhadores

O IBGE também destacou que o DF e oito estados encerraram 2025 com rendimentos mensais superiores à média nacional de R$ 3.560. O DF lidera com R$ 6.320, impulsionado pela alta presença de servidores públicos.

Os rendimentos mensais em outros estados foram:

William Kratochwill, analista da pesquisa, comentou que a mínima histórica em 2025 é resultado do dinamismo no mercado de trabalho, impulsionado pelo aumento do rendimento real.

  • Mato Grosso: 2,2%
  • Santa Catarina: 2,3%
  • Mato Grosso do Sul: 3%
  • Espírito Santo: 3,3%
  • Paraná: 3,6%
  • Rio Grande do Sul: 4%
  • Minas Gerais: 4,6%
  • Goiás: 4,6%
  • Tocantins: 4,7%
  • São Paulo: 5%
  • Paraíba: 6%
  • Ceará: 6,5%
  • Pará: 6,8%
  • Maranhão: 6,8%
  • Distrito Federal: 7,5%
  • Amapá: 7,9%
  • Sergipe: 7,9%
  • Rio Grande do Norte: 8,1%
  • Amazonas: 8,4%
  • Bahia: 8,7%
  • Mato Grosso: 2,2%
  • Santa Catarina: 2,3%
  • Mato Grosso do Sul: 3,0%
  • Espírito Santo: 3,3%
  • Rondônia: 3,3%
  • Paraná: 3,6%
  • Rio Grande do Sul: 4,0%
  • Goiás: 4,6%
  • Minas Gerais: 4,6%
  • Tocantins: 4,7%
  • São Paulo: 5,0%
  • Roraima: 5,1%
  • Média Brasil: 5,6%
  • Paraíba: 6,0%
  • Ceará: 6,5%
  • Acre: 6,6%
  • Maranhão: 6,8%
  • Pará: 6,8%
  • Distrito Federal: 7,5%
  • Rio de Janeiro: 7,6%
  • Sergipe: 7,9%
  • Amapá: 7,9%
  • Rio Grande do Norte: 8,1%
  • Alagoas: 8,3%
  • Amazonas: 8,4%
  • Bahia: 8,7%
  • Pernambuco: 8,7%
  • Piauí: 9,3%
  • Maranhão: 58,7%
  • Pará: 58,5%
  • Bahia: 52,8%
  • Piauí: 52,6%
  • Ceará: 51%
  • Amazonas: 50,8%
  • Paraíba: 49%
  • Sergipe: 48,2%
  • Pernambuco: 47,8%
  • Alagoas: 47,5%
  • Rondônia: 46,1%
  • Acre: 45,2%
  • Amapá: 44,2%
  • Roraima: 40,3%
  • Tocantins: 39,7%
  • Espírito Santo: 39%
  • Rio Grande do Norte: 39%
  • Rio de Janeiro: 38,5%
  • Média Brasil: 38,1%
  • Minas Gerais: 36,8%
  • Mato Grosso: 36,3%
  • Goiás: 35,1%
  • Mato Grosso do Sul: 32,1%
  • Paraná: 31,6%
  • Rio Grande do Sul: 31,4%
  • São Paulo: 29%
  • Distrito Federal: 27,3%
  • Santa Catarina: 26,3%
  • São Paulo: R$ 4.190
  • Rio de Janeiro: R$ 4.177
  • Santa Catarina: R$ 4.091
  • Paraná: R$ 4.083
  • Rio Grande do Sul: R$ 3.916
  • Mato Grosso do Sul: R$ 3.727
  • Mato Grosso: R$ 3.688
  • Goiás: R$ 3.628
  • Média Brasil: R$ 3.560
  • Espírito Santo: R$ 3.497
  • Roraima: R$ 3.438
  • Rondônia: R$ 3.362
  • Minas Gerais: R$ 3.350
  • Tocantins: R$ 3.129
  • Amapá: R$ 3.089
  • Rio Grande do Norte: R$ 3.003
  • Sergipe: R$ 2.855
  • Acre: R$ 2.794
  • Amazonas: R$ 2.733
  • Pernambuco: R$ 2.666
  • Paraíba: R$ 2.577
  • Piauí: R$ 2.561
  • Alagoas: R$ 2.531
  • Pará: R$ 2.508
  • Ceará: R$ 2.394
  • Bahia: R$ 2.284
  • Maranhão: R$ 2.228

Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.

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