Deputado chuta Ypê e Anvisa interdita marca em polêmicas investidas!

Deputado chuta Ypê e Anvisa age! PGR acusa Bolsonaro, STF julga coação. Saiba mais

(Imagem de reprodução da internet).

Deputados e Caso Ypê: Repercussões Políticas e Anvisa Intervêm

O deputado federal Lindbergh Fátima (PT-RJ) movimentou as redes sociais na terça-feira, 12 de maio de 2026, ao postar um vídeo em sua conta no X, no qual chuta uma embalagem de detergente Ypê. Ao lado do também deputado federal Janones (Avante-MG), Fátima fez referência à denúncia apresentada pelo deputado federal Paulo Campos (PL-SP) à Procuradoria-Geral da República (PGR).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A PGR, na segunda-feira, 11 de maio de 2026, anunciou a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por crime de coação, no curso de uma ação penal que também julgou o ex-presidente Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.

O documento oficial da condenação, um arquivo PDF de 662 kB, está disponível para consulta. Lindbergh Fátima aproveitou a ocasião para criticar o que considera uma tentativa de desviar a atenção pública, destacando a denúncia da PGR contra Eduardo Bolsonaro e sua futura julgamento no Supremo Tribunal Federal por coação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele também mencionou as sanções financeiras que o ex-presidente enfrentará. Janones, por sua vez, defendeu o senador e pré-candidato à Presidência (PL-RJ), afirmando que “pode vir com os processinhos dele, porque aqui ninguém desmaia nem tem medo, não.

Aqui é o time do Lula”.

Leia também

A discussão se estendeu à suspensão, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes do STF, da Lei da Dosimetria. A medida, tomada no sábado, 9 de maio de 2026, suspende a aplicação da lei para condenados pelos atos de interferência no sistema democrático.

A lei altera o Código Penal e a Lei de Execução Penal, buscando ajustar o cálculo de penas e os critérios de progressão de regime, com foco em crimes contra o Estado democrático de Direito. A legislação permite reduções significativas nas penas, inclusive para aliados do ex-presidente Bolsonaro.

Paralelamente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interveio no caso Ypê. Em 7 de maio de 2026, a Anvisa proibiu a venda e o uso de produtos da marca Ypê, após identificar “falhas graves na produção” em lotes com numeração final 1.

A decisão gerou críticas de apoiadores da direita, que associaram a suspensão a uma perseguição política, alegando que a situação remonta a doações da família Beira, ligada à empresa, para a campanha presidencial de Bolsonaro em 2022. Vídeos em redes sociais mostram apoiadores do ex-presidente simulando o consumo do produto como forma de protesto.