Hilton assume cargo polêmico na Comissão de Direitos da Mulher! Reações chocam Brasília. Críticas e controvérsias envolvendo Ratinho e representação criminal!
A eleição da deputada transgênero (Psol-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados gerou reações diversas. Durante a instalação do colegiado em Brasília, em 2026, a deputada Hilton recebeu 11 votos, enquanto 10 parlamentares optaram por votos em branco.
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A escolha a tornou 1ª vice-presidente da comissão, um cargo definido anualmente para as presidências das comissões temáticas da Câmara.
A deputada Chris Tonietto (PL-RJ) expressou sua discordância com a escolha, afirmando que a presidência da comissão deveria ser ocupada por uma “mulher de fato”, entendendo que a decisão representava um retrocesso para a pauta feminina. Outro deputado do PL-MG também criticou a situação, alegando que a comissão deveria ser liderada por mulheres que compreendam os desafios específicos da condição feminina.
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Essas declarações geraram debates sobre a representatividade e a definição de gênero.
O advogado Jeffrey Chiquini comentou a eleição em suas redes sociais, fazendo uma previsão sobre o futuro da deputada. O apresentador Ratinho, durante seu programa ao vivo, questionou a adequação de uma mulher trans ocupar o cargo, levantando questões sobre a biologia e a capacidade de compreensão da congressista em relação aos problemas enfrentados por mulheres.
As falas de Ratinho geraram grande repercussão e levaram à protocolização de uma representação no Ministério Público de São Paulo pela deputada Hilton.
A deputada Hilton protocolou, nesta 5ª feira (12.mar.2026), uma representação no Ministério Público de São Paulo contra o apresentador Ratinho. A representação pede a abertura de investigação criminal, a condenação à prisão e o pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivo.
O documento, disponível em formato PDF (275 kB), detalha as alegações da congressista.
Além da deputada Hilton, a comissão também elegeu Laura Carneiro (PSD-RJ) para 1ª vice-presidente; Delegada Adriana Accorsi (PT-GO) para 2ª vice-presidente; e Socorro Neri (PP-AC) para 3ª vice-presidente. Cada uma recebeu 11 votos, com dez votos em branco para cada cargo.
A nova gestão da comissão tem como prioridades fiscalizar a rede de proteção e as Casas da Mulher Brasileira, enfrentar a violência política de gênero e promover políticas de saúde integral para as mulheres.
Autor(a):
Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.