Deputada acusa Amorim de violência política e “fetiche” chocante!
Deputada acusa Amorim de violência política e “fetiche” chocante! Nova denúncia contra o deputado federal é registrada
Deputada Protocola Nova Denúncia Contra Deputado Amorim em Caso de Violência Política
A deputada estadual Renata Souza formalizou uma nova denúncia contra o deputado federal Rodrigo Amorim (PL), direcionada à presidência da . Esse caso se soma a uma série de outras denúncias apresentadas desde 2019, e a deputada alega que Amorim teria feito comentários ofensivos, afirmando que ela possuía um “fetiche” por ele.
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Segundo Souza, essa acusação, além de questionável, representa mais um exemplo de violência política de gênero.
Histórico de Denúncias e Ações Judiciais
Em março de 2026, Renata Souza já havia protocolado uma denúncia ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra ataques sistemáticos e documentados por parte de Amorim, que se estendiam por mais de uma legislatura. Esses ataques incluíam humilhações e constrangimentos.
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O TSE negou um agravo apresentado por Amorim em 8 de maio, buscando impedir o andamento do processo de violência política de gênero.
Em resposta à reportagem, Amorim justificou suas ações, afirmando que a deputada tenta “inverter a narrativa” e acusá-lo injustamente. Ele argumenta que está utilizando uma estratégia de polarização e ataques pessoais, algo que já praticava desde a legislatura passada.
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A situação se agrava com o histórico de declarações anteriores, como as utilizadas em dezembro de 2020, quando Amorim a desqualificou com termos como “mimada” e “empáfia”, questionando sua legitimidade para discutir direitos humanos.
Escalada da Violência Política e Repercussões Legais
Em 2020, outros deputados estaduais do PSC protocolaram uma representação após Souza denunciar o governador Wilson Witzel por violações de direitos humanos para a ONU. A escalada da violência política se intensificou em maio de 2022, com interpelações agressivas sobre o que a deputada teria “lucrado” com a memória de Marielle Franco, além de acusações infundadas de que ela era aliada da criminalidade.
O ministro relator do TSE, Ricardo Villas Bôas Cueva, destacou que gestos de arma de fogo direcionados à deputada Renata Souza em junho de 2022 constituem indícios claros de intenção discriminatória por motivos de gênero e raça. “Esses são elementos indiciários de que as ofensas podem ter tido intenção discriminatória por motivos de gênero e raça com o fim de dificultar ou impedir o desempenho do mandato da vítima”, escreveu o ministro, sendo seu voto acompanhado pelos demais ministros.
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A legislação estadual, através do Estatuto da Mulher Parlamentar (Lei Estadual nº 8.621/2019), define violência política como ações ou agressões verbais e psicológicas que visam restringir ou impedir as funções inerentes ao cargo de uma mulher.
A legislação prevê punições nesses casos, em consonância com o Código Eleitoral.