Divulgação de Documentos do Caso Jeffrey Epstein pelo Departamento de Justiça dos EUA
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos finalizou a análise dos registros relacionados ao caso de Jeffrey Epstein, um magnata envolvido em um escândalo sexual. Nesta sexta-feira (30), estão sendo divulgados documentos que totalizam mais de 3 milhões de páginas, além de 2 mil vídeos e 180 mil imagens.
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Essa liberação encerra meses de tensão entre a administração americana, juízes federais e legisladores sobre a forma de divulgação dos arquivos.
O governo Trump ainda poderá realizar ações, como a ocultação de informações pessoais das vítimas, materiais relacionados a abusos sexuais ou qualquer dado que possa comprometer a investigação federal em andamento. O procurador-geral dos EUA, Todd Blanche, afirmou que a Casa Branca não teve “nenhuma supervisão” sobre a revisão dos documentos e garantiu que não protegerá indivíduos citados nos arquivos divulgados pelos democratas.
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Controvérsias sobre Transparência
Desde fevereiro, o Departamento de Justiça tem enfrentado pressões, especialmente após a declaração de Bondi sobre a existência de uma “lista de clientes” que estaria sob sua revisão. O Departamento, no entanto, esclareceu que Bondi se referia, de forma geral, a documentos do caso.
Meses depois, o Departamento de Justiça e o FBI publicaram um memorando confirmando que Epstein havia cometido suicídio e afirmando não haver evidências de uma lista de clientes. Essa situação gerou indignação bipartidária e culminou na aprovação de uma nova lei de transparência pelo Congresso, que exige a liberação dos documentos relacionados ao caso.
