Demi Moore alerta sobre inteligência artificial no cinema antes de Cannes 2026

Demi Moore fala sobre inteligência artificial na indústria cinematográfica
Demi Moore, de 63 anos, pediu à indústria do cinema que busque formas de trabalhar com a inteligência artificial e se proteger dela, ao invés de lutar contra uma batalha que considera perdida. A declaração da atriz ocorreu antes da cerimônia de abertura do Festival de Cinema de Cannes, realizada na terça-feira, 12 de maio de 2026.
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“Estamos fazendo o suficiente para nos proteger? Não sei”, disse ela em conversa com jornalistas. “Portanto, minha inclinação seria afirmar que provavelmente não.” Embora o festival não permita o uso de IA generativa, a discussão sobre o papel da tecnologia na produção cinematográfica tem sido um tema central do evento, que se posiciona como um guardião do que é considerado cinema.
Reflexões de Park Chan-wook sobre a indústria cinematográfica coreana
Park Chan-wook, o primeiro presidente de júri coreano, refletiu sobre como a Coreia se tornou uma potência na indústria cinematográfica desde que apresentou seu thriller “Oldboy” em Cannes, em 2004. “A Coreia não está mais à margem da indústria cinematográfica global”, declarou ele, por meio de um tradutor. “Isso não se deve apenas ao sucesso do cinema coreano, que o levou ao centro da indústria, mas também porque o próprio centro da indústria cinematográfica global se expandiu”, completou.
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Park, que foi nomeado presidente do júri, prometeu não ser tendencioso em relação à canção coreana “Hope”, de na Hong-jin. Ele comentou que comparar os 22 filmes em competição e classificá-los em primeiro, segundo e terceiro lugar pode parecer um ato “sem sentido”. “Mas é aí que reside o valor disso, porque é uma oportunidade de contar a todos e implorar que, por favor, assistam a esses filmes”, finalizou.
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Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.


