Demétrio Magnoli gera polêmica ao criticar Erika Hilton como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Entenda os detalhes dessa controvérsia!
Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews, gerou controvérsia ao se pronunciar sobre a deputada Erika Hilton (PSol-SP). Durante o programa Estúdio I, na última sexta-feira, 13 de março, ele criticou a escolha da parlamentar para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O comentarista da Globo afirmou que a atuação de Erika favorece o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é pré-candidato à presidência da República.
Magnoli declarou: “Erika Hilton é um cabo eleitoral extremamente eficiente de Flávio Bolsonaro. Involuntário, mas extremamente eficiente”. Ele também mencionou que “ginecologistas” afirmam que a deputada “é um homem”, ressaltando que várias mulheres, incluindo algumas que se identificam como feministas, usaram a expressão de que Erika Hilton, biologicamente, é um homem. “Isso é fato, não é só uma frase factual”, disse ele, acrescentando que a deputada exige repressão estatal contra quem utilizar essa afirmação.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O comentarista ainda destacou que Erika faz referências a “imbecis” e a considera “extremamente autoritária” e “uma identitária fanática”, caracterizando sua postura como uma campanha eleitoral em favor de Flávio Bolsonaro.
Recentemente, Ratinho, durante seu programa no SBT, comentou sobre a eleição da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Ele expressou sua insatisfação com a escolha, afirmando: “Não achei muito justo.
Com tanta mulher, porque vai dar para uma mulher trans? Ela não é mulher, ela é trans.” Ratinho afirmou que não tem nada contra pessoas trans, mas questionou a decisão de escolher uma mulher trans em detrimento de mulheres cisgênero.
O comunicador continuou: “Mulher pra ser mulher tem que ter útero, tem que menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias”. Ele enfatizou a importância da experiência feminina, mencionando a dor do parto e a necessidade de exames como o Papanicolau.
Ratinho concluiu que acredita que deveria haver uma mulher cisgênero na presidência da Comissão das Mulheres, embora tenha ressaltado que não tem nada contra a deputada, elogiando sua habilidade de comunicação.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.