Delegados e outros 20 agentes do Departamento de Polícia de Estado (Degase) foram afastados de suas funções no RJ por suspeita de associação criminosa

Investigação revela conexão entre funcionários e conflito em unidade de socioeducação em 2019.

29/08/2025 7:31

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Delegados e outros 20 agentes do Departamento de Polícia de Estado (Degase) foram afastados de suas funções no RJ por suspeita de associação criminosa
(Imagem de reprodução da internet).

O Superior Tribunal de Justiça determinou a suspensão de 22 agentes do Degase (Departamento Geral de Ações Socioeducativas) em razão de associação criminosa relacionada à rebelião de internos no CENSE (Centro de Socioeducação) Ilha do Governador, ocorrida em 5 de novembro de 2019.

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Adicionalmente, foi determinada a prisão de um dos envolvidos, cumprida pela Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) na quarta-feira (27). As medidas foram aplicadas após denúncia do Gaeco/MPRJ (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro).

A investigação apurou que o incidente envolveu violência, destruição de bens públicos e risco à integridade de adolescentes e funcionários.

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De acordo com a denúncia, os agentes incitaram os adolescentes a destruir instalações da unidade para gerar visibilidade às reivindicações da categoria. Uma parte dos denunciados, integrantes do sindicato, teria registrado a destruição em vez de contê-la, intensificando o cenário de caos.

O agente Thiago Guedes Suzano, também conhecido como “Suzano”, foi preso em Nilópolis, na Baixada Fluminense, sob a acusação de liderar a articulação criminosa. Ele também foi denunciado por tortura física e psicológica contra internos que resistiram ao motim e por tentar alinhar versões após os fatos.

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A 42ª Vara Criminal da Capital processa 22 agentes, acusados de associação criminosa, dano qualificado ao patrimônio público e facilitação de fuga de pessoa legalmente privada de liberdade. Um dos denunciados também responderá por falsidade ideológica, em razão da inserção de informações falsas em livro público de registros da unidade.

Fonte por: CNN Brasil

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