Defesa de Valéria Vieira Pereira da Silva contesta acusações de consultas indevidas na PF

A defesa da delegada Valéria Vieira Pereira da Silva nega consultas indevidas e reforça a inocência em meio a investigações da PF. Descubra os detalhes!

14/05/2026 17:26

2 min

Defesa de Valéria Vieira Pereira da Silva contesta acusações de consultas indevidas na PF
(Imagem de reprodução da internet).

Defesa da Delegada da PF Rebate Acusações de Consultas Indevidas

A defesa da delegada da Polícia Federal, Valéria Vieira Pereira da Silva, negou, nesta quinta-feira (14), a realização de consultas indevidas no sistema e-Pol, utilizado pela corporação para armazenar dados e informações de investigações. O afastamento de Valéria de suas funções foi determinado pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a operação realizada hoje.

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Valéria e seu marido, o agente aposentado da PF, Francisco José Pereira da Silva, foram alvo de busca e apreensão em sua residência localizada no bairro Estoril, na zona oeste de Belo Horizonte. O cônjuge é suspeito de ter auxiliado Valéria nas acessos ao sistema da Polícia Federal.

Defesa Reforça Inocência

O advogado Bruno Correia, que defende tanto Valéria quanto Francisco, afirmou que a defesa ainda não teve acesso à decisão completa do STF. Em relação ao suposto vazamento de informações, ele declarou: “Afirmo de forma categórica que não procede, porque cada servidor da PF possui uma matrícula e um acesso restrito ao sistema.

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Se um servidor não estiver cadastrado em uma operação, não consegue acessar o sistema e, consequentemente, não pode vazar informações.”

As investigações da PF indicam que os acessos de Valéria ao e-Pol foram repassados a Marilson Roseno da Silva, identificado como líder operacional de um grupo que coordenava ações ilegais do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que é proprietário do Banco Master.

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O pai de Vorcaro foi preso nesta quinta-feira.

Impossibilidade de Acesso Indevido

O advogado continuou explicando que “a notícia de acesso indevido a uma investigação e a divulgação de informações para terceiros não se sustenta, pois um agente público não cadastrado em uma investigação sigilosa não pode acessar informações sensíveis e repassá-las.” Ele enfatizou que tanto a delegada quanto o policial federal não estão cadastrados na operação em questão, impossibilitando o acesso às informações do inquérito.

Autor(a):

Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.

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